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https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49177| ORCID: | http://orcid.org/0009-0007-2169-1540 |
| Tipo do documento: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Tipo de acesso: | Acesso Aberto |
| Título: | Poluição sonora de bares e restaurantes no ordenamento jurídico brasileiro: a cidade entre o planejamento urbano e a livre inciativa, no contexto dos direitos ao lazer e ao sossego |
| Autor(es): | Antunha, Eric Alves |
| Primeiro orientador: | Guimarães, Marcela Cunha |
| Primeiro membro da banca: | Mello, Shirlei Silmara de Freitas |
| Segundo membro da banca: | Melo, Luiz Carlos Figueira de |
| Resumo: | A poluição sonora de bares e restaurantes nos arredores da universidade Federal de Uberlândia configura um problema muitas vezes menosprezado, mas que causa grande impacto na vida estudantil, e da cidade em torno do campus. Nesse contexto analisaremos as relações entre legislação, eficiência da fiscalização, planejamento urbano, a livre iniciativa, o direito ao lazer e o direito ao sossego, direito à cidade informados for conceitos da geográfica crítica. Este artigo examina a questão à luz do ordenamento jurídico brasileiro, em relação com estudos da moderna geografia urbana, buscando soluções para conciliar os diversos interesses em jogo. O estudo analisa a legislação federal, estadual e municipais sobre poluição sonora, incluindo o Código Civil, a Lei de Crimes Ambientais, em especial a Lei Municipal 10.700/11 de Uberlândia-MG. Também são considerados os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, bem como a jurisprudência dos tribunais brasileiros. A pesquisa demonstra que a responsabilidade pelo controle da poluição sonora é compartilhada entre o Poder Público, os estabelecimentos comerciais e os cidadãos cabendo sobretudo ao Poder Público Municipal elaborar e implementar políticas públicas eficazes de controle da poluição sonora, incluindo medidas de fiscalização e punição. Os estabelecimentos comerciais devem adotar medidas para reduzir a emissão de ruídos, como a instalação de isolamento acústico e a utilização de equipamentos de baixo ruído. Os cidadãos devem conscientizar-se sobre os efeitos nocivos da poluição sonora e colaborar com as autoridades na fiscalização e denúncia de casos de poluição sonora. Mas nada disso se faz sem a ação do Estado. O artigo propõe soluções para conciliar o direito ao lazer com o direito ao sossego, como a criação de zonas de silêncio, a implementação de horários de funcionamento específicos para bares e restaurantes e a adoção de medidas de mitigação do ruído, como a instalação de barreiras acústicas e o uso de materiais absorventes de som. Bem como discutir o uso e a ocupação do espaço urbano e como o Estado de Direito pode garantir que este se torne um lugar democrático. |
| Palavras-chave: | Poluição sonora Direito à cidade Planejamento urbano Fiscalização municipal Mitigação acústica Urban noise pollution Right to the city Urban planning Municipal enforcement Noise mitigation |
| Área(s) do CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::DIREITO PUBLICO::DIREITO ADMINISTRATIVO |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editora: | Universidade Federal de Uberlândia |
| Referência: | ANTUNHA, Eric Alves. Poluição sonora de bares e restaurantes no ordenamento jurídico brasileiro: a cidade entre o planejamento urbano e a livre inciativa, no contexto dos direitos ao lazer e ao sossego. 2025. 43 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade Federal de Uberlândia, 2025. |
| URI: | https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49177 |
| Data de defesa: | 16-Abr-2024 |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| PoluiçãoSonoraBares.pdf | TCC | 1.1 MB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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