Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/50480
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorPereira, Davi Mendes-
dc.date.accessioned2026-09-29T13:19:26Z-
dc.date.available2026-09-29T13:19:26Z-
dc.date.issued2026-03-24-
dc.identifier.citationPEREIRA, Davi Mendes. Efeitos do tipo de conservação de forragem no comportamento alimentar de equinos em baia. 2026. 41 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/50480-
dc.description.abstractThis study aimed to compare feeding behavior under different types of forage conservation in stalled horses fed Tifton 85 hay or Tifton 85 haylage. Eight adult Quarter Horse horses were used and randomly assigned to two experimental treatments (100% hay and 100% haylage). The total experimental period lasted 14 days, with 10 days of adaptation and 4 days for data collection (all horses were evaluated during this period). The feeding management consisted of the daily supply of 10 kg and 6.97 kg of haylage and hay on an as-fed basis, respectively, in addition to four kilograms of commercial concentrate. Voluntary intake, feeding time, number of bites, and chewing movements were quantified. For behavioral evaluation, each animal was filmed for one minute at random times on every experimental day, and bite and chewing rates were determined from these recordings. To characterize the feeds, bromatological analysis was performed to determine dry matter (DM), crude protein (CP), neutral detergent fiber (NDF), and acid detergent fiber (ADF) of the forages. The experiment followed a completely randomized design with two treatments (100% hay or 100% haylage) and four replications, considering each animal as the experimental unit. Means were compared using the t-test at a 5% probability level. Hay and haylage presented 106.8 and 134.7 g of CP, 732.5 and 650.7 g of NDF, 309.5 and 271.0 g of ADF, and 423.0 and 379.7 g of hemicellulose for hay and haylage, respectively. No difference was observed for feeding time. Hay showed a higher bite rate (6.44 bites per minute) compared to haylage (4.31 bites per minute). Haylage showed a higher chewing rate (66.31 chews per minute) compared to hay (60.81 chews per minute). However, haylage resulted in daily refusals in 50% of the animals. Hay provided total intake without refusals, and both forages ensured prolonged and similar feeding times. The mechanical difference lies in ingestion rates: hay requires a higher bite rate due to the difficulty of grasping the drier material, whereas haylage allows the intake of a larger amount of forage at once, increasing the chewing rate. Nevertheless, both diets proved efficient in keeping idle time to a minimum.pt_BR
dc.description.sponsorshipPesquisa sem auxílio de agências de fomentopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectCapim Tifton 85pt_BR
dc.subjectTifton 85 grasspt_BR
dc.subjectConsumo alimentarpt_BR
dc.subjectFeed intakept_BR
dc.subjectFenopt_BR
dc.subjectHaypt_BR
dc.subjectNutrição equinapt_BR
dc.subjectEquine nutritionpt_BR
dc.subjectPré-secadopt_BR
dc.subjectHaylagept_BR
dc.titleEfeitos do tipo de conservação de forragem no comportamento alimentar de equinos em baiapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Macêdo, Italvan Milfont-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5910622169762839pt_BR
dc.contributor.referee1Raineri, Camila-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0752824652408153pt_BR
dc.contributor.referee2Soares, Géssica Solanna Calado-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8252938903288935pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho teve como objetivo comparar o comportamento alimentar sob diferentes tipos de conservação de volumosos em equinos estabulados alimentados com feno ou pré-secado de Tifton 85. Foram utilizados oito equinos adultos da raça Quarto de Milha, distribuídos aleatoriamente em dois tratamentos experimentais (100% feno e 100% pré-secado). O período total do experimento foi de 14 dias, 10 de adaptação e 4 para coleta de dados (todos os cavalos foram avaliados nesse período). O manejo alimentar consistiu no fornecimento diário de 10 e 6,97 kg de matéria natural (MN) do pré-secado e feno, respectivamente, além de quatro quilos de ração comercial. Foi quantificado o consumo voluntário e o tempo de consumo, número de bocados e movimentos mastigatórios. Para avaliação comportamental, em todos os dias de experimento cada animal foi filmado (um minuto) em momentos aleatórios, e a partir dessas filmagens foi medida as taxas de bocado e mastigação. Para caracterização dos alimentos, foi realizada a análise bromatológica para quantificar os teores de MS, Proteína Bruta (PB), Fibra em Detergente Neutro (FDN) e Fibra em Detergente Ácido (FDA) das forragens. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com dois tratamentos experimentais (100% feno ou 100% pré-secado) e quatro repetições, considerando cada animal como unidade experimental. As médias foram comparadas pelo teste t a 5% de probabilidade. O feno e o pré-secado apresentaram 106,8 e 134,7 g de PB, 732,5 e 650,7 g de FDN, 309,5 e 271,0 g de FDA, 423,0 e 379,7 g hemicelulose para feno e pré-secado, respectivamente. Não houve diferença para o tempo de consumo. O feno apresentou maior número de bocados (6,44 bocados por minuto) em relação ao pré-secado (4,31 bocados por minuto). O pré-secado apresentou maior taxa de mastigação (66,31 mastigação por minuto) em relação ao feno (60,81 mastigação por minuto). Em contrapartida, o pré-secado ocasionou sobras diárias em 50% dos animais. O feno proporciona consumo total sem ocorrência de sobras, e ambas as forragens garantem tempos de consumo prolongados e semelhantes. A diferença mecânica reside nas taxas de ingestão: o feno exige maior taxa de bocados pela dificuldade de captura do material mais seco, enquanto o pré-secado permite a apreensão de uma quantidade maior de forragem de uma só vez, o que eleva a taxa de mastigação. Ambas as dietas, contudo, demonstraram-se eficientes em manter o tempo ocioso do animal o menor possível.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseZootecniapt_BR
dc.sizeorduration41pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIApt_BR
dc.orcid.putcode228266644-
Appears in Collections:TCC - Zootecnia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
EfeitosTipoConservação.pdfTCC725.18 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons