Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49741| ORCID: | http://orcid.org/0009-0005-6588-5860 |
| Tipo do documento: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Tipo de acesso: | Acesso Aberto |
| Título: | Os entraves para o desenvolvimento do etanol de segunda geração no Brasil |
| Autor(es): | Santos, Gabriel Machado |
| Primeiro orientador: | Perosa, Bruno Benzaquen |
| Primeiro membro da banca: | Jesus, Clésio Marcelino de |
| Segundo membro da banca: | Silva, Cássio Garcia Ribeiro Soares da |
| Resumo: | Este trabalho analisa por que o etanol de segunda geração (E2G) ainda não alcançou competitividade de custos no Brasil, apesar da infraestrutura, do conhecimento produtivo e do mercado construídos pelo etanol de primeira geração (E1G). A pesquisa, de natureza qualitativa, exploratória e documental, combina revisão bibliográfica sobre Nova Economia Institucional e dependência da trajetória com análise descritiva de dados secundários da ANP, EPE, Conab, BNDES, Anfavea e documentos empresariais. Os resultados mostram um efeito institucional duplo: a trajetória do E1G oferece ativos, logística, regulação e uma frota flex compatíveis com o E2G, mas também reforça a preferência por uma rota madura, de menor risco e retorno mais previsível. O principal entrave decorre da interação entre complexidade tecnológica, investimento inicial e coordenação institucional. Na referência utilizada, o investimento estimado é de R$ 16,92 por litro anual de capacidade para o E2G, ante R$ 3,99 para a expansão agregada do E1G. As estimativas de despesas operacionais têm escopos distintos e não autorizam comparação isolada, embora enzimas, manutenção e instabilidade operacional permaneçam críticas. Conclui-se que a difusão do E2G exige maior confiabilidade de processo, redução do investimento inicial, desenvolvimento de fornecedores nacionais, mecanismos estáveis de compartilhamento de risco e contratos de demanda. O combustível sustentável de aviação pode ampliar o valor da rota celulósica, mas constitui oportunidade potencial, não solução garantida. |
| Palavras-chave: | etanol de segunda geração dependência da trajetória setor sucroenergético transição energética bioeconomia |
| Área(s) do CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA INDUSTRIAL::MUDANCA TECNOLOGICA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editora: | Universidade Federal de Uberlândia |
| Referência: | SANTOS, Gabriel Machado. Os entraves para o desenvolvimento do etanol de segunda geração no Brasil. 2026. 35 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Econômicas) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. |
| URI: | https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49741 |
| Data de defesa: | 17-Jul-2026 |
| Aparece nas coleções: | TCC - Ciências Econômicas |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| EntravesDesenvolvimentoEtanol .pdf | TCC | 13.35 MB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.
