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dc.creatorSantos, Gabriel Machado-
dc.date.accessioned2026-08-24T12:09:50Z-
dc.date.available2026-08-24T12:09:50Z-
dc.date.issued2026-07-17-
dc.identifier.citationSANTOS, Gabriel Machado. Os entraves para o desenvolvimento do etanol de segunda geração no Brasil. 2026. 35 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Econômicas) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49741-
dc.languageporpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectetanol de segunda geraçãopt_BR
dc.subjectdependência da trajetóriapt_BR
dc.subjectsetor sucroenergéticopt_BR
dc.subjecttransição energéticapt_BR
dc.subjectbioeconomiapt_BR
dc.titleOs entraves para o desenvolvimento do etanol de segunda geração no Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Perosa, Bruno Benzaquen-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7008340716950413pt_BR
dc.contributor.referee1Jesus, Clésio Marcelino de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3567795445503582pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Cássio Garcia Ribeiro Soares da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5269031128431861pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho analisa por que o etanol de segunda geração (E2G) ainda não alcançou competitividade de custos no Brasil, apesar da infraestrutura, do conhecimento produtivo e do mercado construídos pelo etanol de primeira geração (E1G). A pesquisa, de natureza qualitativa, exploratória e documental, combina revisão bibliográfica sobre Nova Economia Institucional e dependência da trajetória com análise descritiva de dados secundários da ANP, EPE, Conab, BNDES, Anfavea e documentos empresariais. Os resultados mostram um efeito institucional duplo: a trajetória do E1G oferece ativos, logística, regulação e uma frota flex compatíveis com o E2G, mas também reforça a preferência por uma rota madura, de menor risco e retorno mais previsível. O principal entrave decorre da interação entre complexidade tecnológica, investimento inicial e coordenação institucional. Na referência utilizada, o investimento estimado é de R$ 16,92 por litro anual de capacidade para o E2G, ante R$ 3,99 para a expansão agregada do E1G. As estimativas de despesas operacionais têm escopos distintos e não autorizam comparação isolada, embora enzimas, manutenção e instabilidade operacional permaneçam críticas. Conclui-se que a difusão do E2G exige maior confiabilidade de processo, redução do investimento inicial, desenvolvimento de fornecedores nacionais, mecanismos estáveis de compartilhamento de risco e contratos de demanda. O combustível sustentável de aviação pode ampliar o valor da rota celulósica, mas constitui oportunidade potencial, não solução garantida.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseCiências Econômicaspt_BR
dc.sizeorduration35pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA INDUSTRIAL::MUDANCA TECNOLOGICApt_BR
Appears in Collections:TCC - Ciências Econômicas

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