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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.creatorFaria, Arthur Rodrigues de-
dc.date.accessioned2026-08-11T14:44:13Z-
dc.date.available2026-08-11T14:44:13Z-
dc.date.issued2026-03-18-
dc.identifier.citationFARIA, Arthur Rodrigues de. Mapeamento geológico, petrografia e geoquímica do Granito Dourados associado ao Complexo Monte Camelo, Douradoquara-MG. 2026. 96 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geologia) - Universidade Federal de Uberlândia, Monte Carmelo, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49436-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGranitopt_BR
dc.subjectFaixa Brasília meridionalpt_BR
dc.subjectComplexo Monte Carmelopt_BR
dc.subjectMapeamento geológicopt_BR
dc.subjectDescrição faciológicapt_BR
dc.subjectLitogeoquímicapt_BR
dc.subjectGranitept_BR
dc.subjectSouthern Brasília beltpt_BR
dc.subjectMonte Carmelo complexpt_BR
dc.subjectGeological mappingpt_BR
dc.subjectFacies descriptionpt_BR
dc.subjectLithogeochemistrypt_BR
dc.titleMapeamento geológico, petrografia e geoquímica do granito Dourados associado ao Complexo Monte Carmelo, Douradoquara-MGpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Vieira, Otávio Augusto Ruiz Paccola-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1654037094206843pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Marco Antônio Delinardo da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7735729065020904pt_BR
dc.contributor.referee2Araújo, Larissa Marques Barbosa de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5860448464775277pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoAo longo da Faixa Brasília Meridional, edificada no neoproterozoico a partir da amalgamação da porção oeste do Gondwana, são caracterizados corpos graníticos de diferentes tipos, tanto pré-colisionais quanto sin e pós-colisionais. O Complexo Monte Carmelo se trata de um batólito fortemente deformado, situado entre os municípios de Monte Carmelo-MG e Abadia dos Dourados-MG, com diferentes litotipos associados como monzogranito, sienito, granodiorito e tonalito. Sua origem é ligada a dois períodos distintos, sendo a de 790 Ma relacionada a granitos metaluminosos formados em ambiente de arco magmático e a de 630 Ma relacionada a granitos do tipo S sin-colisionais. O Granito Dourados, individualizado e caracterizado no presente trabalho, é aflorante nas margens do rio homônimo no município de Douradoquara-MG, sendo aqui classificado como um monzogranito peraluminoso e subdividido em três fácies graníticas a partir de mapeamento geológico em escala 1:25.000, descrição petrográfica e análise litogeoquímica. A fácies hololeucocrática representa uma pequena lente na borda noroeste do corpo e corresponde a biotita monzogranito com estrutura isotrópica e textura inequigranular média, havendo uma predominância de minerais félsicos como quartzo, microclínio e oligoclásio em relação aos filossilicáticos, como biotita e muscovita. A associação de fácies leucocrática é caracterizada pela predominância da fácies muscovita-biotita monzogranito em relação a fácies granada-muscovita-biotita monzogranito. Ambas possuem trama planar espaçada e anastomosada, com domínio de clivagem filossilicática envolvendo micrólitons quartzo-feldspáticos. A textura dessas fácies também é equivalente, sendo predominantemente equigranular fina a média, com pequenos termos inequigranulares. Dessa forma, a distinção entre elas se dá principalmente pela presença de granada em uma delas, que ocorre tanto passando para biotita quanto inclusa nos cristais de biotita, o que permite assim identificar minimamente duas fases de formação da biotita, assim como visto para a muscovita. A ocorrência secundária dos minerais filossilicáticos, somada à minerais opacos, epidoto, sericita e saussurita indica um processo hidrotermal potássico fortemente associado à intrusão do Granito Dourados, sendo visível também pelo comportamento da anomalia de K no mapa gamaespectométrico. O uso da gamaespectometria auxilia, além do mapeamento de processos pós-magmáticos, na delimitação do corpo granítico a partir das anomalias de Th e U, que são elementos menos móveis e presentes em minerais acessórios como a monazita. A intrusão granítica se aproveita da foliação das rochas metassedimentares do Grupo Araxá para se ascender, o que resulta em um contato difuso entre as unidades. O litotipo principal das encaixantes é representado por granada-muscovita-biotita xisto, que apresenta aumento gradativo da quantidade de feldspato conforme a aproximação do Granito Dourados, além dos granada anfibolitos representando a porção metamáfica da melange ofiolítica do Grupo Araxá. A partir dos dados geoquímicos obtidos, pode-se afirmar que o Granito Dourados é pré a sin-colisional, gerado a partir da fusão crustal parcial de rochas metassedimentares em níveis crustais profundos, associados ao espessamento crustal em ambiente de arco vulcânico continental. O Granito Dourados pode ser classificado como cálcio-alcalino, com teores entre 66 a 70% de SiO2, alta porcentagem de Al2O3 e é enriquecido em elementos terras raras leves em relação aos pesados.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseGeologiapt_BR
dc.sizeorduration96pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::PETROLOGIApt_BR
dc.orcid.putcode223420506-
Aparece en las colecciones:TCC - Geologia (Monte Carmelo)

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