Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48540| ORCID: | http://orcid.org/0000-0003-2965-6794 |
| Tipo do documento: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Tipo de acesso: | Acesso Aberto |
| Título: | Tempo, interioridade e morte: a poética existencial em "Canto de outono" e "Solidão na cidade", de Ruy Belo |
| Título(s) alternativo(s): | Time, interiority, and death: existential poetics in "Autumn Song" and "Solitude in the City" by Ruy Belo |
| Autor(es): | Pires, Gabriel Gonçalves |
| Primeiro orientador: | Denubila, Rodrigo Valverde |
| Primeiro membro da banca: | Pessoa, Nicollas Ranieri de Moraes |
| Segundo membro da banca: | Athayde, Manaíra Aires |
| Resumo: | A poesia, em Ruy Belo, invoca um passo meditativo profundo em relação à vazão de sentido que damos às coisas. O tempo, a cotidianidade que nos rodeia, o espaço ao redor e as pessoas são parte de um constructo que molda, destrói e reconstrói a todo momento nossa percepção sobre o mundo e sobre nós mesmos. Com base nisso, objetivamos investigar a configuração do lirismo presente nos poemas “Canto de outono” e “Solidão na cidade”, expostos na obra Transporte no tempo, de Ruy Belo (2017), para desenlaçarmos, em diálogo com o método fenomenológico-hermenêutico-ontológico de Martin Heidegger, uma possível aproximação para com a essência humana, no sentido de busca por esse sentido perdido ou, como podemos também chamá-lo, ébrio. Para tanto, traçamos um parâmetro histórico sobre a literatura portuguesa do século XX, convocando os estudos de Eduardo Lourenço e Rosa Maria Martelo, em especial, visando a uma contextualização do momento literário que o país luso passava. Nesse sentido, observamos também o ensaísta Ruy Belo (2002), em Na senda da poesia, na obra em que exemplifica um pouco da sua forma de perspectivar a poíesis. |
| Abstract: | In Ruy Belo’s work, poetry invokes a profound meditative step in relation to the flow of meaning we give to things. Time, the everyday life that surrounds us, the space around us, people are part of a construct that shapes, destroys, and rebuilds our perception of the world and ourselves at every moment. Based on this, we aim to investigate the configuration of lyricism present in the poems “Canto de outono” (Autumn Song) and “Solidão na cidade” (Loneliness in the City), featured in the work Transporte no tempo (Transport in Time) by Ruy Belo (2017), to unravel, in dialogue with Martin Heidegger’s phenomenological-hermeneutic ontological method, a possible approach to human essence, in the sense of searching for this lost meaning. To this end, we outlined a historical parameter on 20th-century Portuguese literature, drawing on the studies of Eduardo Lourenço and Rosa Maria Martelo, in particular, with a view to contextualizing the literary moment that Portugal was experiencing. In this regard, we also note the essayist Ruy Belo (2002), in Na senda da poesia, a work in which he exemplifies some of his perspectives on poíesis. |
| Palavras-chave: | Literatura portuguesa Literatura e filosofia Crítica de poesia Crise de subjetividade Morte |
| Área(s) do CNPq: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::TEORIA LITERARIA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editora: | Universidade Federal de Uberlândia |
| Referência: | PIRES, Gabriel. Tempo, interioridade e morte: a poética existencial em "Canto de outono" e "Solidão na cidade", de Ruy Belo. 2026. 77 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Letras - Português) - Universidade Federal de Uberlândia, 2026. |
| URI: | https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48540 |
| Data de defesa: | 27-Fev-2026 |
| Aparece nas coleções: | TCC - Letras: Português e Literaturas de Língua Portuguesa |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| TempoInterioridadeMorte.pdf | 744.18 kB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons
