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dc.creatorPennisi, Anna Júlia Camargos-
dc.date.accessioned2026-03-02T17:11:44Z-
dc.date.available2026-03-02T17:11:44Z-
dc.date.issued2026-02-12-
dc.identifier.citationPENNISI, Anna Júlia Camargos. Quem Decide o Futuro? A disputa simbólica dos três poderes no caso das emendas parlamentares sob a lente da análise dialógica do discurso. 2026. 156 f. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. DOI https://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.140.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48440-
dc.description.abstractWho has the legitimacy to have the final say regarding the future of the State? Is it the Supreme Federal Court? The President of the Republic? The National Congress? Is it the Academy? In short, among so many possible agents, there is a clear institutional dispute over the benefit of the monopoly of the right to determine the future of the State and the transposition of the final outcome to substantive issues concerning fundamental rights and Brazilian political institutions. This is the trophy sought by agents in the political field, according to a Brazilian perspective that was identified during the proposed research, and who dispute among themselves the ultimate legitimacy to define what the future of the country should be. This master's research outlines the agents, tools, and positions that surround the aforementioned political field, as well as identifying the forms of symbolic domination exercised discursively among them. Thus, in addition to merely describing the field, the aim is to create a diagram of its institutional dynamics and propose an interpretative key to its intentions that are expressed through language, making use of dialogical discourse analysis. By uniting Bakhtin and Bourdieu, each with their own field of study, an interdisciplinary approach is proposed to address the questions posed, with the objective of ultimately identifying how agents in the legal field behave discursively in pursuit of the monopoly on the right to dictate the future of the State.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectAnálise dialógica do discursopt_BR
dc.subjectDisputa simbólicapt_BR
dc.subjectEmendas parlamentarespt_BR
dc.subjectCampo políticopt_BR
dc.titleQuem decide o futuro? A disputa simbólica dos três poderes no caso das emendas parlamentares sob a lente da análise dialógica do discursopt_BR
dc.title.alternativeWho decides the future?pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Brito, Cristiane Carvalho-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7024272980833285pt_BR
dc.contributor.advisor1Henriques, Hugo Rezende-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5214221967828261pt_BR
dc.contributor.referee1Bielschowsky, Raoni Macedo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5616314176209557pt_BR
dc.contributor.referee2Ambrosio, José de Magalhães Campos-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8597531886607443pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7316284127063330pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoQuem tem a legitimidade para dar a última palavra no que concerne ao futuro do Estado? É o Supremo Tribunal Federal? O Presidente da República? O Congresso Nacional? É a Academia? Enfim, dentre tantos possíveis agentes, há uma clara disputa institucional pela benesse do monopólio do direito de dizer o futuro do Estado e da transposição do desfecho finais para questões substanciais concernentes aos direitos fundamentais e às instituições políticas brasileiras. É este o troféu buscado pelos agentes do campo político, conforme uma perspectiva brasileira que se identificou no decorrer da pesquisa proposta, e que disputam entre si a legitimidade última para definir como é que deve ser o futuro do país. Esta pesquisa de mestrado desenha os agentes, ferramentas e posicionamentos que circundam o mencionado campo político, bem como identificar quais são as formas de dominação simbólicas exercidas pela via discursiva entre eles. Assim, além de meramente descrever o campo, pretende-se realizar um desenho da dinâmica institucional dele e propor uma chave interpretativa de suas intenções que se extravasam por meio da linguagem, fazendo o uso da análise dialógica do discurso. Unindo Bakhtin e Bourdieu, cada qual com seu campo de estudo, propõe-se o uso interdisciplinar para atender às questões postas com o objetivo de, enfim, identificar como os agentes do campo jurídico se comportam discursivamente em prol do monopólio do direito de dizer o futuro do Estado.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Direitopt_BR
dc.sizeorduration156pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.140pt_BR
dc.orcid.putcode207223553-
dc.subject.autorizadoDireitopt_BR
dc.subject.odsODS::ODS 16. Paz, justiça e instituições eficazes - Promover sociedades pacíficas e inclusivas par ao desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.pt_BR
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Direito

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