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https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48386| ORCID: | http://orcid.org/0009-0009-7526-0193 |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acceso: | Acesso Embargado |
| Fecha de embargo: | 2028-02-23 |
| Título: | Associação entre creatinina, ácido úrico, ureia e suas razões com a cistatina c ou creatinina e força muscular em adultos com 50 anos ou mais: NHANES 1999-2002 |
| Título (s) alternativo (s): | Association of serum cystatin c, creatinine, uric acid, urea, and their cystatin c or creatinine based ratios with muscle strength in adults aged 50 years and older: findings from nhanes |
| Autor: | Mendonça, Maria Eduarda de Freitas |
| Primer orientador: | Oliveira, Erick Prado de |
| Primer miembro de la banca: | Lira, Fábio Santos de |
| Segundo miembro de la banca: | Silva, Luciana Saraiva da |
| Resumen: | Introdução: O declínio da força muscular está associado a um aumento do risco de desfechos clínicos adversos, como quedas, fraturas e maiores taxas de mortalidade. Nesse contexto, estratégias práticas e acessíveis voltadas à identificação do risco de baixa força muscular em idosos são importantes. Alguns estudos têm investigado o uso de parâmetros bioquímicos específicos e de suas respectivas razões em relação à força muscular. No entanto, ainda não está claro quais desses parâmetros ou razões apresentam associação mais forte com a força muscular. Objetivo: Examinar se a cistatina C sérica, creatinina, ácido úrico, ureia e suas razões com cistatina C ou creatinina estão associadas à força muscular em adultos com 50 anos ou mais. Métodos: Estudo transversal realizado com 2215 participantes com idades entre 50 e 85 anos, provenientes de uma subamostra do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) 1999–2000 e 2001–2002. As análises bioquímicas incluíram ácido úrico (método colorimétrico), creatinina (método cinético de Jaffé), ureia (método enzimático por taxa de condutividade) e cistatina C (imunoensaio no analisador Siemens Dimension Vista 1500). A partir desses parâmetros, foram avaliadas as seguintes razões bioquímicas: creatinina/cistatina C, ácido úrico/cistatina C, ácido úrico/creatinina, ureia/cistatina C e ureia/creatinina. A força muscular foi avaliada por meio de um dinamômetro isocinético. A ingestão alimentar foi avaliada por entrevistador treinado, utilizando recordatórios alimentares de 24 horas. Foram realizadas análises de regressão linear para examinar as associações entre a força muscular e a creatinina, o ácido úrico, a ureia e suas respectivas razões com a cistatina C, com ajuste para potenciais fatores de confusão. Resultados: A razão creatinina/cistatina C apresentou forte associação positiva com a força muscular (β = 86,6; IC 95%: 64,0–109,1; p < 0,001). De forma semelhante, o ácido úrico e a razão ácido úrico/cistatina C também mostraram associações positivas (β = 4,0; IC 95%: 0,7–7,2; p = 0,017; e β = 6,3; IC 95%: 3,2–9,65; p < 0,001, respectivamente). Em contrapartida, a cistatina C e a razão ureia/creatinina apresentaram associações inversas com a força muscular (β = −1,5; IC 95%: −2,4 a −0,6; p = 0,001). Não foram observadas associações significativas para a creatinina isolada a ureia a razão ureia/cistatina C e a razão ácido úrico/creatinina Conclusão: A razão creatinina/cistatina C apresentou a associação mais forte com a força muscular, sustentando seu potencial como biomarcador de força muscular em adultos mais velhos. O ácido úrico esteve positivamente associado à força muscular, e o ajuste pela cistatina C ofereceu valor adicional limitado. Observou-se menor força muscular associada a pior função renal quando avaliada pela cistatina C — mas não pela creatinina sérica —, ressaltando a necessidade de cautela na interpretação da creatinina como biomarcador renal nesse contexto. A associação inversa da razão ureia/creatinina, juntamente com a ausência de associação para a razão ureia/cistatina C, sugere cautela na utilização de métricas baseadas em ureia como preditores de força muscular. |
| Abstract: | Introduction: The decline in muscle strength is associated with an increased risk of adverse clinical outcomes, such as falls, fractures, and higher mortality rates. In this context, practical and accessible strategies aimed at identifying the risk of low muscle strength in older adults are important. Some studies have investigated the use of specific biochemical parameters and their respective ratios in relation to muscle strength. However, it remains unclear which of these parameters or ratios are most strongly associated with muscle strength. Aim: The aim of this study was to evaluate whether, in addition to the creatinine-to-cystatin C ratio, creatinine, uric acid, urea, and their respective ratios with cystatin C are associated with muscle strength in older adults. Methods: A cross-sectional study was conducted involving 2215 participants aged between 50 and 85 years from a subsample of the National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) 1999–2000 and 2001–2002. Biochemical analyses included uric acid (colorimetric method), creatinine (Jaffe rate method), urea (enzymatic conductivity rate method), and cystatin C (immunoassay on the Siemens Dimension Vista 1500 analyzer). Muscle strength was assessed using a kinetic communicator isokinetic dynamometer. Dietary intake assessment was conducted by an interviewer using 24-h recalls. Linear regression analyses were conducted to examine the associations between muscle strength and creatinine, uric acid, urea, and their respective ratios with cystatin C, adjusting for potential confounding factors. Results: The creatinine-to-cystatin C ratio demonstrated a strong positive association with muscle strength (β = 86.6 (64.0; 109.1) p=< 0.001). Similarly, uric acid and the uric acid- to-cystatin C ratio were also positively associated (β = 4.0 (0.7; 7.2) p=<0.017); (β = 6.3 (3.2; 9.65) p=< 0.001). In contrast, cystatin C and the urea-to-creatinine ratio showed inverse associations with muscle strength (β = -1.5 (-2.4; -0.6) p=0.001). Conclusion: The creatinine- to-cystatin C ratio had the strongest association with muscle strength compared to the other biochemical ratios analyzed, while uric acid alone may be sufficient for assessing muscle strength, without the need for its ratio with cystatin C. |
| Palabras clave: | Força muscular Muscle strength Envelhecimento Aging Cistatina C |
| Área (s) del CNPq: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE |
| Tema: | Ciências médicas Força muscular - Testes Ácido úrico Uréia |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editora: | Universidade Federal de Uberlândia |
| Programa: | Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde |
| Cita: | MENDONÇA, Maria Eduarda de Freitas. Associação entre creatinina, ácido úrico, ureia e suas razões com a cistatina c ou creatinina e força muscular em adultos com 50 anos ou mais: NHANES 1999-2002. 2026. 60 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.168 |
| Identificador del documento: | http://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.168 |
| URI: | https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48386 |
| Fecha de defensa: | 23-feb-2026 |
| Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS): | ODS::ODS 3. Saúde e bem-estar - Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades. |
| Aparece en las colecciones: | DISSERTAÇÃO - Ciências da Saúde |
Ficheros en este ítem:
| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| AssociaçãoEntreCreatinina.pdf Hasta 2028-02-23 | Dissertação | 1.2 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir Request a copy |
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