Publicação: Uma possível fenomenologia da corrosão: vida, arte e ruína
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
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A corrosão, inserida no contexto contemporâneo da pintura, apresenta diversos desafios conceituais para a sua total compreensão física, temporal e artística. Partindo dos paradoxos que permeiam a sua construção, aparência e modificação, pensamos em analisá-la sob a ótica da Fenomenologia, em especial, a Fenomenologia da Vida de Michel Henry. Ao entendê-la como um fenômeno inseparável da Vida, tencionamos compor uma possível “fenomenologia da corrosão”, dividindo-a em três principais pontos específicos: o tempo de seu início e as consequências de sua ação, uma vez iniciado o processo corrosivo; a ruína, no campo simbólico e fenomenológico, perpassando alguns artistas que, em menor ou maior grau investigaram as potencialidades materiais da pintura; e a vida, que é o cerne irrefutável e inesgotável de todos os fenômenos.
Abstract
In the contemporary painting context corrosion presents us with a lot of conceptual difficulties regarding its physical, temporal and artistic comprehension. Starting from the paradoxes that permeates its construction, appearence and modification we think to analyse under phenomenologic optics, in special Michel Henry’s fenomenology of life. Under the understanding of it as a phenomenon inseparable from life, we intend to compose a possible phenomenology of corrosion, dividing it in three principal especific points: its time, inicial time and the consequences of its action once the corrosive process has started, its ruin, both symbolic and phenomenologic, running through some artists that, somehow investigated the material potencies of painting; and life wich is the irrefutable and unending core of all phenomenon.
Palavras-chave
fenomenologia, arte, corrosão, pintura, phenomenology, art, corrosion, painting
Citação
CAIRES, Brayan Lucas Arantes da Rocha. Uma possível fenomenologia da corrosão: arte, vida e ruína. 2022. 124 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2022. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2022.330.
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