Publicação: Mario de Andrade e sua “A Escrava que não é Isaura”: um manifesto à nova estética poética e a ideia de cultura nacional.
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA
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Resumo
Esse estudo pretende-se uma fotografia do início do movimento modernista, suas estéticas e processos que o constituíram como grande marco na cultura brasileira, além de tecer algumas considerações críticas e pertinentes sobre esses significados. O projeto estético do Modernismo Brasileiro é caracterizado pela substituição de uma linguagem tradicional por uma nova linguagem modernizante, rompendo com os modelos passadistas. A fonte utilizada para a realização do trabalho é o ensaio “A escrava que não é Isaura” (1925), de Mário de Andrade. Esta monografia está dividida em três capítulos: o primeiro se refere ao processo histórico com o qual o movimento surgiu bem como o arsenal teórico que o baseou no Brasil. O segundo capítulo se refere à trajetória de vida e obra de Mário de Andrade e seu arsenal teórico metodológico de trabalho. O último analisa a obra “A escrava que não é Isaura” dividindo-se em questões estéticas e questões de identidade nacional. O livro foi resultado de intensos estudos e pesquisas estéticas que compõem espécie de tratado sobre a estética modernista.
Abstract
Palavras-chave
Mário de Andrade, A escrava que não é Isaura, Modernismo, Brasil, Década de 1920
Citação
MIRANDA, Lílian Carvalho de. Mario de Andrade e sua “A Escrava que não é Isaura”: um manifesto à nova estética poética e a ideia de cultura nacional. 2015. 67 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2015.