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metadata.dc.type: Tese
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
Title: Qualidade de vida e esgotamento profissional do professor universitário
metadata.dc.creator: Alves, Priscila Castro
metadata.dc.contributor.advisor1: Paro, Helena Borges Martins da Silva
metadata.dc.contributor.advisor-co1: Oliveira, Áurea de Fátima
metadata.dc.contributor.referee1: Ribeiro, Alessandra Carla de Almeida
metadata.dc.contributor.referee2: Rezende, Carlos Henrique Alves de
metadata.dc.contributor.referee3: Menezes, Ione Vasques
metadata.dc.contributor.referee4: Souza, Marcos Aguiar de
metadata.dc.description.resumo: Introdução: A qualidade de vida reflete a percepção que os indivíduos têm de que suas necessidades estão sendo satisfeitas. Diversos fatores interferem na qualidade de vida, com destaque aos relacionados ao trabalho, como a síndrome do esgotamento profissional. Objetivos: Investigar o impacto do esgotamento profissional sobre a qualidade de vida de professores universitários. Ainda, verificar diferenças entre o esgotamento profissional e a qualidade de vida de acordo com variáveis sociodemográficas. Material e métodos: Foram utilizados instrumentos confiáveis na coleta de dados (Oldenburg Burnout Inventory – OLBI e World Health Organization Quality of Life-Abbreviate – WHOQOL-Bref). Os escores foram analisados por meio de regressão logística binária e modelagem de equações estruturais. Resultados: A amostra, por conveniência, constituiu-se por 366 docentes universitários, com idade média de 44,8 anos (DP = 9,96), maioria do sexo masculino, casados e no regime de contratação de dedicação exclusiva. A confiabilidade das escalas foi superior a 0,70. Mais de um terço dos professores universitários encontra-se com esgotamento profissional. Os homens apresentaram melhor qualidade de vida do que as mulheres nos domínios físico (p<0,05; d<0,5), psicológico (p<0,05; d<0,5) e relações sociais (p<0,05; d<0,5). As mulheres apresentaram-se mais exaustas que os homens (p<0,05; d<0,5). Os professores com união estável apresentaram melhor qualidade de vida no domínio físico (p<0,05; d<0,5) e psicológico (p<0,05; d<0,5) e estão menos exaustos (p<0,05; d<0,5). Os escores de qualidade de vida e de esgotamento profissional não apresentaram diferenças estatisticamente significativas em relação à carga horária, titulação, exercício de outra atividade remunerada e área de conhecimento. Professores com exaustão apresentaram menor probabilidade de relatar boa qualidade de vida (OR=0,28; 95%IC=0,12-0,63) e satisfação com a saúde (OR=0,20; 95%IC=0,10-0,40). Burnout apresentou um escore associativo negativo significativo (λ=-0,87; p < 0,001) em relação à qualidade de vida. Conclusões: O esgotamento profissional impacta de forma negativa a qualidade de vida dos professores universitários. Os resultados sugerem a necessidade de programas e ações direcionadas aos professores, com o objetivo de prevenir o esgotamento profissional, já que a qualidade de vida do docente pode afetar a qualidade do ensino. Recomenda-se a realização de estudos com outras variáveis ocupacionais que possam intermediar e influenciar a qualidade de vida dos docentes.
Abstract: Introduction: Quality of life reflects the individuals’ perception of how and if their needs are satisfied. Work-related factors, such as burnout, and other factors may affect quality of life. Objective: To assess the impact of burnout on faculties’ quality of life. We also aimed to verify the differences on burnout and quality of life according to socio-demographic variables. Materials and methods: Reliables tools were used to collect data (Oldenburg Burnout Inventory – OLBI and World Health Organization Quality of Life-Abbreviate – WHOQOL-Bref). Scores were analyzed using binary logistic regression and structural equation modelling. Results: The convenience sample was comprised of 366 faculties (mean age: 44.8 years; SD = 9.96). Most of them are men, married and worked with exclusive dedication. Scale reliability coefficients were higher than 0.70. More than a third of the participating faculties presented burnout. Men had a better quality of life compared to women in the physical health (p=0.05; d<0.5), psychological (p=0.05; d<0.5) and social relationship (p=0.05; d<0.5) domains. Women were more exhausted than men (p=0.05; d<0.5). Faculties with stable union had a better quality of life in the physical health (p<0.05; d<0.5) and psychological (p<0.05; d<0.5) domains. They were also less exhausted (p<0.05; d<0.5). Workload, post-graduation degree, field of knowledge and having another paid job did not held statistically significant differences regarding quality of life and burnout dimensions. Faculties who presented exhaustion had less probability of reporting a good quality of life (OR=0.28; 95% CI=0.12-0.63) and expressing satisfaction with their health (OR=0.20; 95% CI=0.10-0.40). Burnout showed an negative associative score by significant (λ=-0.87; p < 0.001) in quality of life. Conclusions: Burnout negatively affects faculties’ quality of life. Our results suggest the need to implement programs and actions addressed to faculties to prevent burnout, as their quality of life may affect the quality of education provided. For future research, other occupational variables that may affect faculties’ quality of life should be approached.
Keywords: Ciências médicas
Professores universitarios - Stress ocupacional
Esgotamento profissional
Qualidade de vida
Docentes
Burnout
Quality of life
Faculty
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal de Uberlândia
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde
Citation: ALVES, Priscila Castro. Qualidade de vida e esgotamento profissional do professor universitário. 2017. 139 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2017.
URI: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/19699
Issue Date: 10-Jul-2017
Appears in Collections:TESE - Ciências da Saúde

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