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metadata.dc.type: Dissertação
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
Title: O corpo ecológico na interseção dos sistemas: linguagem e informação
metadata.dc.creator: Oliveira, Cláudio Henrique Euripedes de
metadata.dc.contributor.advisor1: Amitrano, Georgia Cristina
metadata.dc.contributor.referee1: Haddock-Lobo, Rafael
metadata.dc.contributor.referee2: Guido, Humberto Aparecido de Oliveira
metadata.dc.contributor.referee3: Xavier, Dennys Garcia
metadata.dc.description.resumo: É possível investigar o corpo fora da linguagem? A pergunta toma dimensão metonímica objetivando criar resíduos teóricos para avaliação heterodoxa. Assim, o corpo é abordado no liame do biológico e do social, orgânico e inorgânico, linguístico e não-linguístico, consciente e inconsciente; fatores que em conjunto direcionam para uma filosofia ecológica. Nesses termos, o corpo é pensando como sistema. Logo, a pesquisa acaba flertando com disciplinas da biologia, psicologia e topologia, norteada por filósofos da diferença. Nesse sentido, o que é a linguagem? O que é o corpo? O que é a vida? A Ecologia da Mente, a Biologia da Mente e a Teoria Geral do Sistema acabam oferecendo pontos de contato em que a topologia pode ser pensada de forma homeomorfa, encontrando no pensamento binário apenas a relação de extremos de um sistema. Pensar ecologicamente compreende perceber o ser humano como organismo, sistemas e subsistemas interligados com os arredores. A perspectiva ecológica oferece uma visão do mundo cuja estrutura prima por necessidades, e não necessariamente, por ordem fixa. Logo, o órgão sensorial é um arquiteto de realidades, compreendendo assim desvios, complementaridade que permeia o circuito orgânico, a diferença. A diferença é o que constitui a história de um organismo, e o que faz suplementarmente com que a estrutura determinada experimente a unidade. Assim, a história de um organismo pode ser observada por meio de suas secreções e excreções, revelando a cronologia orgânica. O corpo é visto como ecossistema que transforma a matéria, prolongando suas extensões para além da unidade orgânica, daí, o ecossistema pode ser percebido como junção de sistemas e subsistemas, sendo a linguagem um desses ambientes. Ecologicamente, existem múltiplos níveis de mentes, e a linguagem não seria diferente. Dado o aspecto informacional do corpo, é possível investigá-lo à parte da linguagem, na medida em que ela se efetiva no sistema como um extremo; dentre esses, a possibilidade compreende sua impossibilidade. Assim, investigar o corpo consiste investigar também o não-corpo, pois o sistema compreende múltiplos extremos organizados.
Abstract: Is it possible to investigate the body from out of the language? The question reaches metonymic dimension objectifying to create theoretical residues for heterodox evaluation. Therefore, the body is discussed on the tie-in between biologic and social, organic and inorganic, linguistic and not linguistic, conscious and unconscious; factors that altogether lead to an ecologic philosophy. In these terms, the body is thought as a system. Therefore, the research flirts with disciplines from biology, psychology and topology, guided by philosophers of difference. In this sense, what is language? What is the body? What is life? The Ecology of Mind, the Biology of Mind and the General Theory of System offer in the end, contact points in which the topology may be thought in a homeomorphic form, finding in the binary thought, just the relation of extremes of a system. Ecologic thought demands to understand the human being as an organism, systems and subsystems interconnected with the surroundings. The ecologic perspective offers a vision of world in which structure prioritize necessities, and not necessarily, steady order. Therefore, the sensorial organ is an architect of realities, which comprises deviations, complementarity that permeates the organic circuit, the difference. The difference is from what is made of the history of an organism, and is what leads further that certain structure experiences unity. That way, the history of an organism may be notice from its secretions and excretions, revealing its organic chronology. The body is perceived as an ecosystem that processes the matter, extending its reaching beyond the organic unity, from there, the ecosystem may be noticed as a junction of systems and subsystem in which language is one of these environments. Ecologically, there are several levels of minds, and language would not be different. Given the informational aspect of the body, it is possible to investigate it separately from language, according as, it is notice in the system as an extreme; among which, the possibility comprises its impossibility. Thereby, to investigate the body consists also of investigating the nobody, for the system comprises manifold organized extremes.
Keywords: Filosofia
Ética política
Linguagem - Filosofia
Corpo humano (Filosofia)
Linguagem sistema
Ecologia
Ecossistema
Body
Language
Organism
Ecosystem
Ecology
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal de Uberlândia
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-graduação em Filosofia
Citation: OLIVEIRA, Cláudio Henrique Euripedes de. O corpo ecológico na interseção dos sistemas: linguagem e informação. 2017. 108 p. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2017.
URI: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/18415
Issue Date: 24-Mar-2017
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Filosofia

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