Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/18415
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorOliveira, Cláudio Henrique Euripedes de-
dc.date.accessioned2017-04-26T12:19:45Z-
dc.date.available2017-04-26T12:19:45Z-
dc.date.issued2017-03-24-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Cláudio Henrique Euripedes de. O corpo ecológico na interseção dos sistemas: linguagem e informação. 2017. 108 p. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/18415-
dc.description.abstractIs it possible to investigate the body from out of the language? The question reaches metonymic dimension objectifying to create theoretical residues for heterodox evaluation. Therefore, the body is discussed on the tie-in between biologic and social, organic and inorganic, linguistic and not linguistic, conscious and unconscious; factors that altogether lead to an ecologic philosophy. In these terms, the body is thought as a system. Therefore, the research flirts with disciplines from biology, psychology and topology, guided by philosophers of difference. In this sense, what is language? What is the body? What is life? The Ecology of Mind, the Biology of Mind and the General Theory of System offer in the end, contact points in which the topology may be thought in a homeomorphic form, finding in the binary thought, just the relation of extremes of a system. Ecologic thought demands to understand the human being as an organism, systems and subsystems interconnected with the surroundings. The ecologic perspective offers a vision of world in which structure prioritize necessities, and not necessarily, steady order. Therefore, the sensorial organ is an architect of realities, which comprises deviations, complementarity that permeates the organic circuit, the difference. The difference is from what is made of the history of an organism, and is what leads further that certain structure experiences unity. That way, the history of an organism may be notice from its secretions and excretions, revealing its organic chronology. The body is perceived as an ecosystem that processes the matter, extending its reaching beyond the organic unity, from there, the ecosystem may be noticed as a junction of systems and subsystem in which language is one of these environments. Ecologically, there are several levels of minds, and language would not be different. Given the informational aspect of the body, it is possible to investigate it separately from language, according as, it is notice in the system as an extreme; among which, the possibility comprises its impossibility. Thereby, to investigate the body consists also of investigating the nobody, for the system comprises manifold organized extremes.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectÉtica políticapt_BR
dc.subjectLinguagem - Filosofiapt_BR
dc.subjectCorpo humano (Filosofia)pt_BR
dc.subjectLinguagem sistemapt_BR
dc.subjectEcologiapt_BR
dc.subjectEcossistemapt_BR
dc.subjectBodypt_BR
dc.subjectLanguagept_BR
dc.subjectOrganismpt_BR
dc.subjectEcosystempt_BR
dc.subjectEcologypt_BR
dc.titleO corpo ecológico na interseção dos sistemas: linguagem e informaçãopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Amitrano, Georgia Cristina-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4778588Z7pt_BR
dc.contributor.referee1Haddock-Lobo, Rafael-
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4768460J7pt_BR
dc.contributor.referee2Guido, Humberto Aparecido de Oliveira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4768684H6pt_BR
dc.contributor.referee3Xavier, Dennys Garcia-
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4764993E7pt_BR
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4139821P4pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoÉ possível investigar o corpo fora da linguagem? A pergunta toma dimensão metonímica objetivando criar resíduos teóricos para avaliação heterodoxa. Assim, o corpo é abordado no liame do biológico e do social, orgânico e inorgânico, linguístico e não-linguístico, consciente e inconsciente; fatores que em conjunto direcionam para uma filosofia ecológica. Nesses termos, o corpo é pensando como sistema. Logo, a pesquisa acaba flertando com disciplinas da biologia, psicologia e topologia, norteada por filósofos da diferença. Nesse sentido, o que é a linguagem? O que é o corpo? O que é a vida? A Ecologia da Mente, a Biologia da Mente e a Teoria Geral do Sistema acabam oferecendo pontos de contato em que a topologia pode ser pensada de forma homeomorfa, encontrando no pensamento binário apenas a relação de extremos de um sistema. Pensar ecologicamente compreende perceber o ser humano como organismo, sistemas e subsistemas interligados com os arredores. A perspectiva ecológica oferece uma visão do mundo cuja estrutura prima por necessidades, e não necessariamente, por ordem fixa. Logo, o órgão sensorial é um arquiteto de realidades, compreendendo assim desvios, complementaridade que permeia o circuito orgânico, a diferença. A diferença é o que constitui a história de um organismo, e o que faz suplementarmente com que a estrutura determinada experimente a unidade. Assim, a história de um organismo pode ser observada por meio de suas secreções e excreções, revelando a cronologia orgânica. O corpo é visto como ecossistema que transforma a matéria, prolongando suas extensões para além da unidade orgânica, daí, o ecossistema pode ser percebido como junção de sistemas e subsistemas, sendo a linguagem um desses ambientes. Ecologicamente, existem múltiplos níveis de mentes, e a linguagem não seria diferente. Dado o aspecto informacional do corpo, é possível investigá-lo à parte da linguagem, na medida em que ela se efetiva no sistema como um extremo; dentre esses, a possibilidade compreende sua impossibilidade. Assim, investigar o corpo consiste investigar também o não-corpo, pois o sistema compreende múltiplos extremos organizados.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Filosofiapt_BR
dc.sizeorduration108pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Filosofia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
CorpoEcologicoIntersecao.pdfDissertação9.21 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.