Publicação: “Hay um fusilado que vive”: testemunho, memória e denúncia na narrativa de Rodolfo Walsh em Operação Massacre (1957)
| dc.contributor.advisor1 | Spini, Ana Paula | |
| dc.contributor.referee1 | Silveira, Daniela Magalhães da | |
| dc.contributor.referee2 | Campo, Mônica Brincalepe | |
| dc.creator | Machado, Mirela Bansi | |
| dc.date.accessioned | 2017-12-27T10:45:31Z | |
| dc.date.available | 2017-12-27T10:45:31Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description.degreename | Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta pesquisa tem o objetivo de pensar sobre o livro Operação Massacre do jornalista argentino Rodolfo Walsh, escrito durante a “Revolução Libertadora”, em 1957, para denunciar um fuzilamento. Para isso, são utilizadas bibliografias de jornalistas e historiadores que discutem o gênero literário da obra, a descrição do fuzilamento, o contexto da ditatura civil-militar e a vida literária e política do escritor. O golpe que derruba Juán Domingo Perón inicia um processo de “desperonização” no país, que vai de encontro com o direito de liberdade de expressão da população, envolvendo questões éticas quando o governo decide punir quem não respeitasse a imposição. A investigação de Walsh começa como uma curiosidade, sem envolvimento político, apenas com o interesse de busca por justiça pelas vítimas. Ao longo da obra, com a introdução de apêndices e epílogos das novas edições, o escritor torna-se um sujeito político que não mais luta pela justiça de assassinatos isolados, mas contra um governo assassino. O livro é analisado levando em consideração a escrita do gênero de investigação jornalística que quer descobrir uma “verdade” sobre os fatos, diferente da escrita historiográfica, e como ela influenciou na vida política e literária do escritor. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | MACHADO, Mirela Bansi. “Hay um fusilado que vive”: testemunho, memória e denúncia na narrativa de Rodolfo Walsh em Operação Massacre (1957). 2016. 80 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2016. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/20126 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Uberlândia | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.course | História | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.sizeorduration | 80 | pt_BR |
| dc.subject | Operação Massacre | pt_BR |
| dc.subject | Rodolfo Walsh | pt_BR |
| dc.subject | Revolução Libertadora | pt_BR |
| dc.subject | Argentina | pt_BR |
| dc.subject | História e Literatura | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA | pt_BR |
| dc.title | “Hay um fusilado que vive”: testemunho, memória e denúncia na narrativa de Rodolfo Walsh em Operação Massacre (1957) | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dspace.entity.type | Publication |