Publicação:
Corpos sobre o relógio: Baudelaire e Benjamin, crítica à noção de progresso

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data

Direito de acesso

Programa

Área do conhecimento

CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Coorientador

Resumo

O trabalho tem como objeto de estudo a incipiente vida urbana capitalista no século XIX, olhando-a a partir de obras de Charles Baudelaire e Walter Benjamin. Vivendo em Paris nas décadas de 20 a 60, durante o período em que a cidade não só recebia os milhares de braços para a nascente indústria, mas também no momento em que, pelas ações do imperador Napoleão IlI, sofria uma série de reformas que provocavam o deslocamento de pessoas e de bairros inteiros, Baudelaire consegue, através de sua poesia, captar as energias em circulação por este cenário urbano. Seu olhar passeia pelas ruas, becos, avenidas e boulevares, rompendo com o isolamento das pessoas. A poesia de Baudelaire soube apreender todas estas contradições do século dos burgueses. Olhando Paris nos anos oitocentistas, o poeta vê todas as mudanças sociais que o capital vai empreendendo. O filósofo Walter Benjamin vê nesta poesia a marca dos encontros-choques pelas ruas das grandes cidades; o nunca e o talvez. Na leitura das poesias de Baudelaire a pesquisa pretende resgatar o homem que foi moldado junto com a grande indústria e as metrópoles. Nas reflexões benjaminianas, pretende incursionar pelos textos de Baudelaire para polemizar em torno da definição de modernidade.

Abstract

Palavras-chave

Charles Baudelaire, Walter Benjamin, Europa, Século XIX, Progresso

Citação

MENEZES, Marcos Antonio de. Corpos sobre o relógio: Baudelaire e Benjamin, crítica à noção de progresso. 1996. 136 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 1996.

DOI

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por