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dc.creatorDamasceno, Stefani Papadio-
dc.date.accessioned2026-10-01T19:21:50Z-
dc.date.available2026-10-01T19:21:50Z-
dc.date.issued2026-08-08-
dc.identifier.citationDAMASCENO, Stefani Papadio. Arte como espaço de escuta e subjetivação: o papel social das visualidades em contextos hospitalares de saúde mental. 2026. 63 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Artes Visuais) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/50514-
dc.description.abstractThis undergraduate thesis aimed to investigate the relationships between art, mental health, and care through the visual arts workshops carried out at the Mental Health Inpatient Unit (UISM) of the Clinical Hospital of the Federal University of Uberlândia (HC-UFU), within the framework of the Dê Lírios Extension Project. Initially, a historical overview is presented, addressing changing conceptions of madness, the emergence of the asylum model, the Brazilian Psychiatric Reform, and Nise da Silveira’s contributions to the development of care practices grounded in art. Subsequently, the study discusses Lev Vygotsky’s theoretical contributions regarding art as a social experience, as well as the concept of transdisciplinarity by Barasab Nicolescu as a means of articulating art, psychology, and mental health. This research adopts a qualitative and reflective approach, drawing upon the author’s experience as a visual arts workshop facilitator at the UISM. The analyses highlight the potential of visual arts workshops as spaces for expression, listening, and relationship-building, while also revealing the limitations and contradictions involved in artistic practice within a hospital setting. It is concluded that art, although not capable of structurally transforming institutions, can produce small ruptures in the dynamics of control, favoring creative experiences in psychic suffering.pt_BR
dc.description.sponsorshipPesquisa sem auxílio de agências de fomentopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/us/*
dc.subjectArte e saúde mentalpt_BR
dc.subjectOficinas de artes visuaispt_BR
dc.subjectReforma psiquiátricapt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.titleArte como espaço de escuta e subjetivação: o papel social das visualidades em contextos hospitalares de saúde mentalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Rosa, Pollyana Ferreira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5542236442852143pt_BR
dc.contributor.referee1Dória, Renato Palumbo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2278287013957726pt_BR
dc.contributor.referee2Silveira, Ricardo Wagner Machado da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7915690637782350pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho de conclusão de curso teve como objetivo geral investigar as relações entre arte, saúde mental e cuidado a partir das oficinas de artes visuais realizadas na Unidade de Internação em Saúde Mental (UISM) do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), por meio do Projeto de Extensão Dê Lírios. Inicialmente, apresenta-se uma contextualização histórica das concepções de loucura, do surgimento da lógica manicomial, da Reforma Psiquiátrica brasileira e das contribuições de Nise da Silveira para a construção de práticas de cuidado fundamentadas na arte. Em seguida, são discutidas as contribuições teóricas de Lev Vigotski acerca da arte como experiência social, bem como o conceito de transdisciplinaridade por Barasab Nicolescu como possibilidade de articulação entre arte, psicologia e saúde mental. A pesquisa possui caráter qualitativo e reflexivo, fundamentando-se na experiência da autora como oficineira de artes visuais na UISM. As análises realizadas evidenciam o potencial das oficinas como espaços de expressão, escuta e construção de vínculos, ao mesmo tempo em que apontam os limites e contradições presentes na atuação artística dentro do contexto hospitalar. Conclui-se que a arte, embora não seja capaz de transformar estruturalmente as instituições pode produzir pequenas rupturas nas dinâmicas de controle, favorecendo experiências de criação em sofrimento psíquico.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseArtes Visuaispt_BR
dc.sizeorduration63pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.orcid.putcode228518514-
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