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dc.creatorFernandes, Denise Rodrigues-
dc.date.accessioned2026-09-15T12:50:00Z-
dc.date.available2026-09-15T12:50:00Z-
dc.date.issued2025-09-12-
dc.identifier.citationFERNANDES, Denise Rodrigues. Efeito do exercício em casa versus presencial na aptidão física e funcionalidade de idosos com doença de Alzheimer: um ensaio clínico randomizado controlado. 2025. 100 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2025. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.te.2026.5002.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/50277-
dc.description.abstractIntroduction: Alzheimer’s disease (AD) progressively impairs cognition and functionality in older adults. Non-pharmacological strategies, such as supervised physical exercise, have proven effective in maintaining functional independence. Telerehabilitation has emerged as a promising alternative, especially in contexts with logistical and access barriers. Objective: To evaluate the effects of a supervised multicomponent exercise program delivered via telerehabilitation on the functionality and balance of older adults with AD, in comparison to face-to-face supervision and a control group. Methods: A randomized clinical trial was conducted with 35 older adults diagnosed with mild to moderate AD, allocated into three groups: telerehabilitation (TG, n=10), face-to-face supervision (FFSG, n=12), and control (CG, n=13). The intervention lasted 12 weeks, with two weekly sessions of multicomponent exercises. The following outcomes were assessed: postural balance (force platform), functional mobility (TUG), lower limb strength (sit-to-stand test), and functionality (DAD Scale). Statistical analysis was performed using generalized estimating equations (p<0.05). Results: The TG showed a significant improvement in lower limb strength (FFSG: 10±4reps pre and 10±4reps post; TG: 7±3reps pre and 9±3reps post; CG: 8±3reps pre and 9±3reps post; group: p=0.083; time: p=0.012; interaction: p=0.039). The FFSG group showed an increase in postural sway with eyes open (FFSG: 60±16.9cm pre and 75.3±6.9cm post; TG: 65.9±19.6cm pre and 77±8.3cm post; CG: 72.8±22.6cm pre and 62.5±20.3cm post; group: p=0.728; time: p=0.098; interaction: p=0.003) and with eyes closed (FFSG: 71.7±23.5cm pre and 95.3±19.8cm post; TG: 83.6±34.2cm pre and 77.3±15.4 cm post; CG: 89±33.4cm pre and 75.5±19.1cm post; group: p=0.965; time: p=0.794; interaction: p<0.001), indicating a decline in balance. All other tests showed maintenance of the variables assessed. Conclusion: Telerehabilitation proved effective in improving muscle strength and maintaining balance, agility, handgrip strength, and functionality, representing a viable and accessible alternative for older adults with AD.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_BR
dc.subjectExercício em casapt_BR
dc.subjectFuncionalidadept_BR
dc.subjectEquilíbriopt_BR
dc.subjectAlzheimer’s diseasept_BR
dc.subjectHome-based exercisept_BR
dc.subjectFunctionalitypt_BR
dc.subjectBalancept_BR
dc.titleEfeito do exercício em casa versus presencial na aptidão física e funcionalidade de idosos com doença de Alzheimer: um ensaio clínico randomizado controladopt_BR
dc.title.alternativeEffect of home-based versus face-to-face exercise on physical fitness and functionality in older adults with Alzheimer’s disease: a randomized controlled trialpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor-co1Cheik, Nadia Carla-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2879799494543129pt_BR
dc.contributor.advisor1Puga, Guilherme Morais-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6305642051022927pt_BR
dc.contributor.referee1Stein, Angélica Miki-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5446728892763638pt_BR
dc.contributor.referee2Novais, Iane de Paiva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3336500896175811pt_BR
dc.contributor.referee3Resende, Ana Paula Magalhães-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7497705995430245pt_BR
dc.contributor.referee4Souza, Markus Vinícius Campos-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2989329210364477pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3463508535592794pt_BR
dc.description.degreenameTese (Doutorado)pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A Doença de Alzheimer (DA) compromete progressivamente a cognição e a funcionalidade de idosos. Estratégias não farmacológicas, como o exercício físico supervisionado, têm se mostrado eficazes na manutenção da independência funcional. A telerreabilitação surge como alternativa promissora, especialmente em contextos com barreiras logísticas e de acesso. Objetivo: Avaliar os efeitos de um programa de exercício multicomponente supervisionado por telerreabilitação na funcionalidade e no equilíbrio de idosos com DA, em comparação com a supervisão presencial e com um grupo controle. Material e Métodos: Ensaio clínico randomizado com 35 idosos diagnosticados com DA leve a moderada, alocados em três grupos: telerreabilitação (GT, n=10), supervisão presencial (GSP, n=12) e controle (GC, n=13). A intervenção teve duração de 12 semanas, com duas sessões semanais de exercícios multicomponentes. Foram avaliados: equilíbrio postural (plataforma de força), mobilidade funcional (TUG), força de membros inferiores (teste de sentar e levantar) e funcionalidade (Escala DAD). A análise estatística foi realizada por meio de equações de estimação generalizadas (p<0,05). Resultados: O grupo GT apresentou melhora significativa na força de membros inferiores (GSP: 10±4rep pré e 10±4rep pós; GT: 7±3rep pré e 9±3rep pós; GC: 8±3rep pré e 9±3rep pós; grupo: p=0,083; tempo: p=0,012; interação: p=0,039). O GSP apresentou aumento no deslocamento postural com olhos abertos (GSP: 60±16,9cm pré e 75,3±6,9cm pós; GT: 65,9±19,6cm pré e 77±8,3cm pós; GC: 72,8±22,6cm pré e 62,5±20,3cm pós; grupo: p=0,728; tempo: p=0,098; interação: p=0,003) e fechados (GSP: 71,7±23,5cm pré e 95,3±19,8cm pós; GT: 83,6±34,2cm pré e 77,3±15,4cm pós; GC: 89±33,4cm pré e 75,5±19,1cm pós; grupo: p=0,965; tempo: p=0,794; interação: p<0,001), indicando piora no equilíbrio. Em todos os outros testes ocorreu manutenção das variáveis estudadas. Conclusão: A telerreabilitação demonstrou-se eficaz na melhora da força muscular e na manutenção do equilíbrio, da agilidade, da preensão manual e da funcionalidade, sendo uma alternativa viável e acessível para idosos com DA.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências da Saúdept_BR
dc.sizeorduration100pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.te.2026.5002pt_BR
dc.orcid.putcode226873337-
dc.subject.autorizadoCiências médicaspt_BR
dc.description.embargo2027-09-12-
dc.subject.odsODS::ODS 3. Saúde e bem-estar - Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.pt_BR
dc.degree.levelDoutorado Acadêmicopt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
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