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Tipo do documento: Trabalho de Conclusão de Curso
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Título: Estratificação do risco cardiovascular global em hipertensos
Autor(es): Lancuna, Maria Fernanda Siqueira
Primeiro orientador: Figueiredo, Valeria Nasser
Primeiro membro da banca: Magnabosco, Patricia
Segundo membro da banca: Nascimento, Kelly Veridiany do
Resumo: Introdução: A hipertensão arterial é um fator de risco cardiovascular cuja concomitância com outros fatores de risco aumenta consideravelmente o risco cardiovascular global. A estratificação do risco cardiovascular é uma importante chave para a prevenção de eventos cardiovasculares, não meramente pela presença de patologias ou alterações químicas de forma isolada, mas pela atribuição de valores ao somatório de riscos decorrentes de múltiplos fatores em cada indivíduo. Objetivo: avaliar o risco cardiovascular em hipertensos e a influência dos fatores de risco nos escores de estratificação. Métodos: Trata-se de um estudo exploratório, descritivo, transversal, com abordagem quantitativa. Será realizado no ambulatório do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia. O estudo foi feito com pacientes de ambos os sexos, maiores que 18 anos, com diagnóstico de hipertensão e, em uso de medicamentos anti-hipertensivos há pelo menos 6 meses. Os participantes serão submetidos a coleta de dados sociodemográficos, econômicos e clínicos; avaliação de antropometria com bioimpedância, peso, altura, circunferência abdominal e de quadril; medida da pressão arterial; aplicação do Escore de Risco Global Escala objetivando classificar o risco cardiovascular. Resultados: O estudo contou com 247 participantes hipertensos, com prevalência do sexo feminino (53,8%), cor autodeclarada branca (45,7%), casados (50,2%), com baixa escolaridade, aposentados (64,0%), que exerciam trabalho braçal (77,7%), não tabagistas (88,3%), não etilistas (87,0%), sedentários (61,9%), com sobrepeso (35,1%), com pressão arterial classificada como ótima no dia da avaliação (35,2%) e com taxa de filtração glomerular alterada (85,7%). Em relação à estratificação do risco cardiovascular, 90,0% dos participantes foram classificados como de alto (50,4%) ou muito alto risco (39,5%). Conclusão: Constata-se uma elevada prevalência de risco cardiovascular alto e muito alto na população de hipertensos estudada. O perfil predominante associado a este risco foi de mulheres, brancos, casados, com baixa escolaridade, sobrepeso e sedentarismo. Observou-se ainda elevada frequência de diabetes mellitus, dislipidemias, histórico de infarto agudo do miocárdio e alteração da taxa de filtração glomerular entre os participantes classificados com risco cardiovascular alto e muito alto.
Palavras-chave: Hipertensão
Doenças cardiovasculares
Fatores de risco
Medição de risco
Enfermagem
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS
País: Brasil
Editora: Universidade Federal de Uberlândia
Referência: LANCUNA, Maria Fernanda Siqueira. Estratificação do risco cardiovascular global em hipertensos. 2026. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.
URI: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49936
Data de defesa: 31-Jul-2026
Aparece nas coleções:TCC - Enfermagem

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