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dc.creatorGardillari, Ana Júlia Garcia-
dc.date.accessioned2026-08-25T16:36:27Z-
dc.date.available2026-08-25T16:36:27Z-
dc.date.issued2024-11-22-
dc.identifier.citationGARDILLARI, Ana Júlia Garcia. A estética da rebeldia. 56 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Artes Visuais) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49813-
dc.description.abstract[The present study questions how urban art, particularly pixo (a largely peripheral artistic expression), is publicly interpreted as a crime. It outlines the following central question: how is artistic practice from the margins related to criminality? Drawing on inquiries from the sociology of deviance and Goffman's Stigma, I analyze the ways of integrating art into urban spaces, the different forms of graffiti and pixação, and urban art as an element of community building and belonging for artists who engage with the space, people, and society. This study is based on ethnographic work conducted at Galpão Skate, located in Uberlândia, Minas Gerais. The aesthetics of rebellion encompasses and analyzes the sociological and political issues of pixação in the city, providing a deep reflection on pixação in Brazilian society and conceptions of pixo criminality. It also incorporates debates on the segregation of pixo spaces, the relationship between pixadores and society, the rules imposed on them, pixação aesthetics as a Brazilian cultural element, and the image construction of urban artists. In this way, it draws on the sociology of art to discuss the interest in pixação “aesthetics” and the consumption of urban art as a form of cultural capital possession, as introduced by Bourdieu. On the other hand, it also seeks to understand the graffiti profession and how neoliberal practices in the city appropriate urban art to serve capitalist interests: graffiti as the 'domestication' of street art.]pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectPixopt_BR
dc.subjectPixopt_BR
dc.subjectEstéticapt_BR
dc.subjectAestheticpt_BR
dc.subjectCidadept_BR
dc.subjectCitypt_BR
dc.subjectGraffitipt_BR
dc.subjectGrafittipt_BR
dc.subjectEstigmapt_BR
dc.subjectStigmapt_BR
dc.titleA estética da rebeldiapt_BR
dc.title.alternativeThe aesthetics of rebellionpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Dória, Renato Palumbo-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2278287013957726pt_BR
dc.contributor.referee1Martins, Valéria Cristina de Paula-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1866483167966498pt_BR
dc.contributor.referee2Vaz, Tamiris-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5063876645938107pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3736964256922587pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo questiona como a arte urbana, aqui em destaque o pixo, expressão artística em grande parte periférica, é interpretada publicamente como crime. Delineia a seguinte questão central: como o fazer artístico das margens é relacionado com a criminalidade? Partindo dos questionamentos da sociologia do desvio e do Estigma por Goffman, analiso as formas de inserir a arte dentro do urbano, as diferentes formas de grafitagem e pixação, e a arte urbana como elemento de construção de coletividade e pertencimento dos artistas que se relacionam com o espaço, com as pessoas e à sociedade, partindo da etnografia trabalhada no espaço Galpão Skate, localizado em Uberlândia, Minas Gerais. A estética da rebeldia compreende e analisa as questões sociológicas e políticas da pixação na cidade, trazendo uma reflexão profunda sobre a pixação na sociedade brasileira e as concepções da criminalidade do pixo, englobando outros debates como: a segregação dos espaços do pixo, os pixadores e a relação com a sociedade e as regras que são impostas, da estética da pixação como elemento cultural brasileiro, e como se dá a construção de imagem dos artistas urbanos, buscando na sociologia da arte um debate sobre o interesse pela “estética” da pixação e consumo da arte urbana como uma posse do capital cultural introduzido por Bourdieu. E por outro lado, compreender a profissão grafiteiro, como as práticas neoliberais da cidade se apropriam da arte urbana a fim de servir um interesse do capital: O grafitti como ‘domesticação’ da arte de rua.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseArtes Visuaispt_BR
dc.sizeorduration56pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
Appears in Collections:TCC - Artes Visuais

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