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https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49804| ORCID: | http://orcid.org/0009-0008-2378-1344 |
| Tipo do documento: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Tipo de acesso: | Acesso Aberto |
| Título: | O impacto das barreiras não tarifárias nas exportações brasileiras de carne bovina no início do século XXI |
| Título(s) alternativo(s): | The impact of non-tariff barriers on Brazilian beef exports in the early 21st century |
| Autor(es): | Moreira, Heloisa Flavia Gomes |
| Primeiro orientador: | Xavier, Clésio Lourenço |
| Primeiro membro da banca: | Jesus, Clésio Marcelino |
| Segundo membro da banca: | Perosa, Bruno Benzaquen |
| Resumo: | Desde 2004, quando ultrapassou a Austrália em toneladas exportadas, o Brasil se consolidou como o maior exportador mundial de carne bovina, desempenhando um papel central no agronegócio e na economia nacional, diante disso, a cadeia produtiva chegou a movimentar cerca de 8,4% do PIB em 2023. No entanto, a crescente exigência por padrões sanitários, motivada por crises como a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), e sistemas de rastreabilidade por parte de mercados estratégicos, como a União Europeia, impôs novos desafios ao setor, configurando barreiras não tarifárias que afetam a competitividade. Este trabalho analisa como essas barreiras influenciaram a adoção de medidas como o Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (SISBOV) e o conceito de "boi high-tech", avaliando se tais adaptações foram suficientes para diversificar o acesso a 157 países até 2025, ano em que o Brasil obteve o reconhecimento mundial como livre de febre aftosa sem vacinação. Utilizando uma metodologia quantitativa baseada em dados do UN Comtrade (2007-2024), a pesquisa aplica o Índice de Vantagem Comparativa Revelada (IVCR) para demonstrar que o Brasil possui uma especialização extremamente forte no setor, com índices situados entre 7 e 12. O estudo revela que a imposição de barreiras sanitárias por parte de mercados influentes gera um efeito cascata, induzindo os principais players globais a adotarem exigências semelhantes. Esse fenômeno é evidenciado pelas recentes diretrizes da União Europeia, como o Regulamento para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), que compele os países exportadores a se adequarem a novos critérios socioambientais. Contudo, embora tais pressões externas tenham impulsionado avanços tecnológicos e maior eficiência sanitária no Brasil, a pauta exportadora permanece concentrada em produtos de baixo valor agregado, refletindo assimetrias nas dinâmicas de poder e desafios de inserção soberana nas cadeias globais de valor. |
| Palavras-chave: | Barreiras Não-Tarifárias Brazilian Beef Carne Bovina Brasileira Comércio Internacional Competitividade Exportação Rastreabilidade Vantagem Comparativa Revelada Export Competitiveness International Trade Non-Tariff Barriers Revealed Comparative Advantage Traceability |
| Área(s) do CNPq: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editora: | Universidade Federal de Uberlândia |
| Referência: | MOREIRA, Heloisa Flavia Gomes. O impacto das barreiras não tarifárias nas exportações brasileiras de carne bovina no início do século XXI. 2026. 39 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. |
| URI: | https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49804 |
| Data de defesa: | 24-Jul-2026 |
| Aparece nas coleções: | TCC - Relações Internacionais |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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