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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.creatorNeves, Giovana Isadora Lacerda-
dc.date.accessioned2026-08-24T18:42:44Z-
dc.date.available2026-08-24T18:42:44Z-
dc.date.issued2026-07-30-
dc.identifier.citationNEVES, Giovana Isadora Lacerda. A ilusão da invisibilidade: a subjetividade discursiva do tradutor em Bliss de Katherine Mansfield. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tradução) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49799-
dc.description.abstractThis study examines the translator’s discursive subjectivity through the analysis of four Brazilian Portuguese translations of Katherine Mansfield’s short story Bliss. It is based on the understanding that literary translation is not a neutral process of linguistic transfer but an interpretive practice that produces meaning. From this perspective, the study widens Venuti’s (1995) notion of the translator’s invisibility and adds that every translation is shaped by interpretive acts produced by historically constituted subjects. The theoretical framework draws on French Discourse Analysis, particularly the works of Orlandi (2009) and Pêcheux (1999), in dialogue with Foucault’s (1996) conception of the subject and Venuti’s (1995) discussions of domestication and foreignization. The corpus consists of the translations of Bliss published by Cupertino (2000), Albano (2020), Vidal (2023), and Varjão (2024). The analysis compares selected translation choices, discusses the strategies adopted by the translators, and relates these choices to the historical, editorial, and professional conditions that shape each translation. The findings show that the differences among the translations result not only from linguistic preferences but also from the conditions of production that constitute translators as subjects of interpretation. Finally, the study argues that the translator’s subjectivity should be understood not as the expression of individual intention but as a discursive effect produced through the relationship between language, history, and ideology, allowing the translator to be understood as a translator-author.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjecttradução literáriapt_BR
dc.subjectsubjetividade discursivapt_BR
dc.subjecttradu-autorpt_BR
dc.subjectBlisspt_BR
dc.subjectKatherine Mansfieldpt_BR
dc.subjectliterary translationpt_BR
dc.subjectdiscursive subjectivitypt_BR
dc.subjecttranslator-authorpt_BR
dc.subjectBlisspt_BR
dc.subjectKatherine Mansfieldpt_BR
dc.titleA Ilusão da Invisibilidade: a subjetividade discursiva do tradutor em Bliss de Katherine Mansfieldpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Esqueda, Marileide Dias-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3341029625579574pt_BR
dc.contributor.referee1Sá, Israel de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8992079880490308pt_BR
dc.contributor.referee2Dulci, Laura Silva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7974596555727417pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa analisa a subjetividade discursiva do tradutor a partir de quatro traduções brasileiras do conto Bliss, de Katherine Mansfield. O trabalho parte da compreensão de que a tradução literária não consiste em um processo neutro de transferência linguística, mas em uma prática de interpretação que produz sentidos. Com base nessa perspectiva, a pesquisa amplia a discussão de invisibilidade do tradutor proposta por Venuti (1995) ao defender que toda tradução é atravessada por gestos de interpretação produzidos por sujeitos historicamente constituídos. O referencial teórico reúne a Análise do Discurso francesa, principalmente as contribuições de Orlandi (2009) e Pêcheux (1999), em diálogo com a concepção de sujeito de Foucault (1996) e com as discussões de Venuti (1995) sobre domesticação e estrangeirização. O corpus é composto pelas traduções de Bliss publicadas por Cupertino (2000), Albano (2020), Vidal (2023) e Varjão (2024). A análise compara escolhas tradutórias selecionadas, discute as estratégias adotadas pelos tradutores e relaciona essas escolhas às condições históricas, editoriais e profissionais que atravessam cada tradução. Os resultados mostram que as diferenças entre as traduções não decorrem apenas de preferências linguísticas, mas também das condições de produção que constituem os tradutores como sujeitos da interpretação. Por fim, o trabalho defende que a subjetividade do tradutor não corresponde à expressão de uma individualidade, mas a um efeito discursivo produzido na relação entre linguagem, história e ideologia, o que permite compreender o tradutor como um tradu-autor.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseTraduçãopt_BR
dc.sizeorduration49pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
Aparece en las colecciones:TCC - Tradução

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