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dc.creatorNascimento, Carla de Brito-
dc.date.accessioned2026-08-17T14:27:13Z-
dc.date.available2026-08-17T14:27:13Z-
dc.date.issued2026-03-20-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, Carla de Brito. Dispositivo de racialidade e escrevivência de corpos políticos: costuras do feminismo negro de Sueli Carneiro. 2026. 144 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.5557.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49583-
dc.description.abstractThis dissertation investigates the concept of the raciality device based on the contributions of Black feminism, with emphasis on the work of Sueli Carneiro, articulating it with the notion of escrevivência developed by Conceição Evaristo. The study is grounded in the understanding that academic knowledge production in Brazil has been historically shaped by colonial, racist, and sexist structures that marginalize the experiences and epistemologies of Black women. In this context, escrevivência is proposed as a philosophical methodology that values lived experience, the body, and ancestry as legitimate sources of knowledge. The research adopts a theoretical-narrative approach, in which personal memories and intergenerational stories—especially those of the author’s great-grandmother and grandmother—are intertwined with philosophical reflections on Black feminism, intersectionality, epistemicide, and the coloniality of power. By employing a first-person narrative, the dissertation demonstrates how individual experiences reflect structural patterns of oppression while also affirming the political agency of Black subjectivity. Engaging with authors such as Sueli Carneiro, Lélia Gonzalez, and Conceição Evaristo, this work argues that Black feminism constitutes a political-philosophical framework capable of naming, analyzing, and confronting the multiple forms of violence that shape the lives of Black women.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFeminismo negropt_BR
dc.subjectBlack feminismpt_BR
dc.subjectEscrevivênciapt_BR
dc.subjectEscrevivênciapt_BR
dc.subjectDispositivo de racialidadept_BR
dc.subjectRaciality devicept_BR
dc.subjectEpistemologia feminista negrapt_BR
dc.subjectBlack feminist epistemologypt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectDecolonialitypt_BR
dc.titleDispositivo de racialidade e escrevivência de corpos políticos: costuras do feminismo negro de Sueli Carneiro.pt_BR
dc.title.alternativeDispositivo de racialidade e escrevivência de corpos políticos: costuras do feminismo negro de Sueli Carneiro.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Almeida Junior, José Benedito de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0240796579540981pt_BR
dc.contributor.referee1Santos, Vanilda Honória-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5696668630728990pt_BR
dc.contributor.referee2Oliveira, Lorena Silva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9187935254038459pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/9204272961021609pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação investiga o conceito de dispositivo de racialidade a partir das contribuições do feminismo negro, com ênfase no pensamento de Sueli Carneiro, articulando-o à noção de escrevivência desenvolvida por Conceição Evaristo. O trabalho parte da compreensão de que a produção do conhecimento acadêmico no Brasil está historicamente atravessada por estruturas coloniais, racistas e sexistas que marginalizam as experiências e epistemologias de mulheres negras. Nesse sentido, propõe-se a escrevivência como uma metodologia filosófica que valoriza a experiência vivida, o corpo e a ancestralidade como fontes legítimas de saber. A pesquisa se desenvolve por meio de uma abordagem teórico-narrativa, na qual memórias pessoais e histórias intergeracionais – especialmente das figuras da bisavó e da avó – são articuladas às reflexões filosóficas sobre feminismo negro, interseccionalidade, epistemicídio e colonialidade do poder. Ao mobilizar uma escrita em primeira pessoa, o trabalho evidencia como vivências individuais refletem padrões estruturais de opressão, ao mesmo tempo em que afirmam a potência política da subjetividade negra. Ao dialogar com autoras como Sueli Carneiro, Lélia Gonzalez e Conceição Evaristo, a dissertação demonstra que o feminismo negro constitui uma inteligibilidade político-filosófica capaz de nomear, analisar e enfrentar as múltiplas formas de violência que atravessam a vida de mulheres negras.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Filosofiapt_BR
dc.sizeorduration144pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::FILOSOFIA BRASILEIRApt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.5557 Inclui bibliografia.pt_BR
dc.orcid.putcode224138042-
dc.subject.autorizadoFilosofiapt_BR
dc.subject.autorizadoFeminismopt_BR
dc.subject.autorizadoRacismopt_BR
dc.subject.odsODS::ODS 10. Redução das desigualdades - Reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.pt_BR
Aparece en las colecciones:DISSERTAÇÃO - Filosofia

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