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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.creatorAraújo, Pedro Lucas Rodrigues de-
dc.date.accessioned2026-08-10T18:03:54Z-
dc.date.available2026-08-10T18:03:54Z-
dc.date.issued2026-08-04-
dc.identifier.citationARAÚJO, Pedro Lucas Rodrigues de. O Borderline como patologia do social: psicanálise, psiquiatria e neoliberalismo. 2026. 40 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49399-
dc.description.abstractThis study investigates the relationship between borderline personality disorder and neoliberal social organization, drawing on the concept of social pathology. To this end, we employ the psychoanalytic research method, conducting the study from a non-dogmatic perspective, without claiming to construct a totalizing body of knowledge. We begin by examining the diagnostic category of borderline in psychoanalysis and psychiatry, highlighting the significant role this category played in the transformations of these fields during the 1970s. The shift resulting from this crisis in psychiatry led to a new way of interpreting suffering and marked the convergence of this field with neoliberalism, which was taking hold during the same period. We define neoliberalism as the political construction of society according to the market model. One of the main changes promoted by neoliberalism is a new conception of freedom in opposition to equality. This change places alterity in a position of danger to be rejected. Borderline corresponds to this mode of functioning but does not fit the new way of interpreting suffering in neoliberal psychiatry. Drawing on Freud and André Green, we argue that psychoanalysis offers an interpretation of borderline by questioning the limits of the psyche, the structure of the ego, and the relationship with alterity (both internal and external). Finally, we contend that contemporary psychoanalytic practice reinforces the commitment of psychoanalysis to the clinical potential of alterity, thereby positioning itself as a practice of resistance to neoliberalism.pt_BR
dc.description.sponsorshipPesquisa sem auxílio de agências de fomentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectBorderlinept_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.subjectNeoliberalismopt_BR
dc.subjectPsiquiatriapt_BR
dc.subjectPatologia do Socialpt_BR
dc.subjectBorderlinept_BR
dc.subjectPsychoanalysispt_BR
dc.subjectNeoliberalismpt_BR
dc.subjectPsychiatrypt_BR
dc.subjectSocial Pathologypt_BR
dc.titleO Borderline como patologia do social: psicanálise, psiquiatria e neoliberalismopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Paravidini, João Luiz Leitão-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1972943414602000pt_BR
dc.contributor.referee1Gomes, Layla Raquel Silva-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5704282827188848pt_BR
dc.contributor.referee2Macedo, Sybele-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7220172790203624pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0418694956421894pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho consiste em uma investigação da relação do borderline e a organização social neoliberal, mobilizando a noção de patologia do social. Para tal objetivo, utilizamos o método de pesquisa psicanalítico, de modo a conduzir o trabalho adotando uma postura não dogmática, sem a pretensão de construir um saber totalizante. Partimos da investigação da categoria diagnóstica borderline na psicanálise e na psiquiatria, destacando o lugar relevante dessa categoria nas transformações desses campos na década de 70. A virada decorrente dessa crise na psiquiatria leva a um novo modo de se interpretar o sofrimento, e marca a convergência desse campo com o neoliberalismo, que estava sendo consolidado no mesmo período. Definimos o neoliberalismo como a construção política da sociedade conforme o modelo de mercado. Uma das principais mudanças promovidas pelo neoliberalismo é uma nova concepção de liberdade em oposição à igualdade. Essa mudança coloca a alteridade em um lugar de perigo a ser rechaçado. O borderline corresponde a esse modo de funcionamento, mas não se adequa ao novo modo de interpretar o sofrimento da psiquiatria neoliberal. A partir de Freud e André Green, argumentamos que a psicanálise oferece uma interpretação sobre o borderline colocando em questão os limites do psiquismo, a estrutura do Eu e a relação com a alteridade (interna e externa). Por fim, defendemos que a clínica psicanalítica contemporânea reforça a aposta da psicanálise no potencial clínico da alteridade, se colocando também como uma prática de resistência ao neoliberalismo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.coursePsicologiapt_BR
dc.sizeorduration40pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.orcid.putcode223294228-
Aparece en las colecciones:TCC - Psicologia

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