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dc.creatorFerreira, Isabela Borges-
dc.date.accessioned2026-07-27T19:20:49Z-
dc.date.available2026-07-27T19:20:49Z-
dc.date.issued2026-04-17-
dc.identifier.citationFERREIRA, Isabela Borges. Padrões crononutricionais e suas associações com desfechos metabólicos: resultados do National Health and Nutrition Examination Survey 2003–2018. 2026. 83 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. DOI: http://doi.org/10.14393/ufu.te.2026.10013.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49127-
dc.description.abstractIntroduction: Fasting duration has been widely investigated in relation to metabolism, weight loss, and chronic diseases. However, population-based studies describing its distribution and variation across sociodemographic subgroups remain limited. In addition, the timing and regularity of food intake influence circadian rhythms and metabolism and have been associated with various health outcomes such as obesity and metabolic syndrome. Long-term population based evidence integrating fasting patterns and eating timing remains scarce. Objectives: : To describe fasting patterns over a 16-year period among adults and elderly according to sociodemographic characteristics (manuscript 1). The second objective was to evaluate the association between chrononutrition patterns, defined by the timing of the first and last eating episodes, and metabolic outcomes in adults and elderly (manuscript 2). Materials and Methods: A total of 32,053 (manuscript 1) and 7,895 participants (manuscript 2) from eight cycles of the National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) (2003-2018) were analyzed. Information on fasting duration and eating timing was obtained from two 24-hour dietary recalls. The first eating episode was defined as the first intake of energy-containing foods or beverages recorded after 05:00, and the last eating episode corresponded to the final caloric intake of the day. Fasting patterns were defined as the interval between the last and first eating episodes, including fasting duration, fasting midpoint, and night fasting duration (18:00 6:00). Additional chrononutrition variables included eating duration, eating midpoint, timing of the first and last eating episodes, number of eating occasions, and total energy intake (manuscript 1). For manuscript 2, a chrononutrition pattern was defined based on the population median timing of the first and last eating episodes, categorized into earlier and later intake patterns. Associations were assessed using linear, logistic, and multinomial regression models adjusted for potential confounders in both manuscripts. In manuscript 2, Poisson regression was used to examine the association between chrononutrition patterns and metabolic outcomes, including fasting glucose, triglycerides, HDL cholesterol, obesity, abdominal obesity, and metabolic syndrome. Results: Fasting patterns differed across sociodemographic subgroups (p < 0.001), with later patterns more common among younger adults and individuals with lower educational attainment and income, and earlier patterns among elderly individuals. Differences in fasting duration and night fasting duration (18:00-6:00) were also observed across subgroups (p < 0.001), and findings from stratified analyses were consistent with those from the overall sample. Over the 16-year period, modest changes in fasting patterns were observed, including slight increases in night fasting duration (18:00–6:00) (p = 0.026), earlier timing of the last eating episode (p = 0.048), fewer eating occasions (p = 0.028), and lower total energy intake (p = 0.003) (manuscript 1). In manuscript 2, later eating patterns were associated with a higher prevalence of elevated triglycerides (PR: 1.23; 95% CI: 1.05-1.46) and elevated fasting glucose (PR: 1.13; 95% CI: 1.03-1.24; PR: 1.16; 95% CI: 1.05-1.28), compared with earlier eating patterns. Conclusion: Later fasting patterns were more common among younger adults and individuals with lower educational attainment and income, whereas earlier patterns were more frequent among elderly. Over time, only modest changes were observed in fasting patterns and other chrononutrition variables (manuscript 1). Additionally, later eating patterns were associated with worse metabolic outcomes (manuscript 2). These findings contribute to the understanding of fasting patterns across population subgroups and highlight the role of eating timing as a relevant factor in the understanding and potential prevention of metabolic disorders at the population level.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectCrononutriçãopt_BR
dc.subjectHora das refeiçõespt_BR
dc.subjectJejumpt_BR
dc.subjectRitmo circadianopt_BR
dc.subjectChrononutritionpt_BR
dc.subjectCircadian rhythmpt_BR
dc.subjectFastingpt_BR
dc.subjectMealtimept_BR
dc.titlePadrões crononutricionais e suas associações com desfechos metabólicos: resultados do National Health and Nutrition Examination Survey 2003–2018pt_BR
dc.title.alternativeChrononutrition patterns and their associations with metabolic outcomes: results from the National Health and Nutrition Examination Survey 2003–2018pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor-co1Maia, Yara Cristina de Paiva-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2102993403919035pt_BR
dc.contributor.advisor-co2Crispim, Cibele Aparecida-
dc.contributor.advisor-co2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9865330615540205pt_BR
dc.contributor.advisor1Pena, Geórgia das Graças-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4569169833604734pt_BR
dc.contributor.referee1Oliveira, Erick Prado-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1220120062149109pt_BR
dc.contributor.referee2Rossato, Sinara Laurini-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5294859587741248pt_BR
dc.contributor.referee3Gontijo, Cristiana Araújo-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7281533466877364pt_BR
dc.contributor.referee4Lopes, Tássia do Vale Cardoso-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/1436288649547867pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3089360751902113pt_BR
dc.description.degreenameTese (Doutorado)pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A duração do jejum tem sido amplamente investigada na literatura em relação ao metabolismo, à perda de peso e às doenças crônicas. No entanto, estudos populacionais que descrevem sua distribuição e variação entre diferentes subgrupos ainda são limitados. Além disso, o horário e a regularidade da ingestão alimentar influenciam os ritmos circadianos e o metabolismo, estando associados a diversos desfechos em saúde como a obesidade e a síndrome metabólica. Evidências populacionais de longo prazo que integrem padrões de jejum e horário da ingestão alimentar ainda são escassas. Objetivos: Descrever os padrões de jejum ao longo de um período de 16 anos entre adultos e idosos, de acordo com características sociodemográficas (manuscrito 1). O segundo objetivo foi avaliar a associação entre padrões crononutricionais, definidos pelo horário da primeira e da última ingestão alimentar, e desfechos metabólicos em adultos e idosos (manuscrito 2). Material e métodos: Foram analisados 32.053 (manuscrito 1) e 7.895 participantes (manuscrito 2) de oito ciclos do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) (2003-2018). Informações sobre a duração do jejum e o horário da ingestão alimentar foram obtidas por dois recordatórios alimentares de 24h. O primeiro episódio alimentar foi definido como a primeira ingestão de alimentos ou bebidas contendo energia, registrada após as 05:00. O último episódio alimentar correspondeu à última ingestão calórica do dia. Os padrões de jejum foram definidos como o intervalo entre a última e a primeira ingestão, incluindo duração, ponto médio e jejum noturno (18:00-6:00). Variáveis adicionais de crononutrição incluíram duração e ponto médio da alimentação, horários da primeira e da última ingestão, além do número de refeições e da ingestão total de energia (manuscrito 1). Para o manuscrito 2, foi estabelecido um padrão crononutricional com base nos horários medianos populacionais da primeira e da última ingestão alimentar, classificados em categorias de ingestão mais cedo ou mais tarde. As associações foram avaliadas por modelos de regressões lineares, logísticos e multinomiais, ajustados por potenciais fatores de confusão, em ambos os manuscritos. No manuscrito 2, regressão de Poisson foi utilizada para analisar a associação entre o padrão crononutricional e desfechos metabólicos, incluindo glicemia de jejum, triglicerídeos, colesterol HDL, obesidade, obesidade abdominal e síndrome metabólica. Resultados: Os padrões de jejum diferiram entre subgrupos sociodemográficos (p < 0.001), com padrões mais tardios entre adultos mais jovens e indivíduos com menor escolaridade e renda, e mais precoces entre idosos. Diferenças na duração do jejum e do jejum noturno (18:00-6:00) também foram observadas (p < 0.001), e os padrões observados nas análises estratificadas foram consistentes com aqueles da amostra total. Ao longo de 16 anos, ocorreram mudanças modestas, incluindo aumento do jejum noturno (18:00-6:00) (p = 0.026), antecipação do horário da última ingestão (p = 0.048), menor frequência alimentar (p = 0.028) e ingestão total de energia (p = 0.003) (manuscrito 1). No manuscrito 2, padrões de ingestão mais tardios estiveram associados a maior prevalência de triglicerídeos elevados (RP, 1.23; IC 95%: 1.05-1.46) e glicemia de jejum elevada (RP, 1.13; IC 95%: 1.03-1.24; RP, 1.16; IC 95%: 1.05-1.28), em comparação ao padrão mais precoce de ingestão (manuscrito 2). Conclusão: Padrões de jejum mais tardios foram mais comuns entre adultos mais jovens e indivíduos com menor escolaridade e renda, enquanto padrões mais precoces foram mais frequentes entre idosos. Ao longo do tempo, observaram-se apenas mudanças modestas nos padrões de jejum e nas demais variáveis crononutricionais (Manuscrito 1). Além disso, padrões de ingestão alimentar mais tardios estiveram associados a piores desfechos metabólicos (Manuscrito 2). Esses achados podem contribuir para a compreensão dos padrões de jejum em diferentes subgrupos populacionais e reforçam o papel do timing alimentar como fator relevante na compreensão e potencial prevenção de distúrbios metabólicos em nível populacional.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências da Saúdept_BR
dc.sizeorduration83pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAOpt_BR
dc.embargo.termsII - artigos publicados em revistas científicas cujo contrato firmado com os autores apresente cláusula que impeça a disponibilização daqueles em repositórios de livre acesso.pt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.te.2026.10013pt_BR
dc.orcid.putcode222003517-
dc.subject.autorizadoCiências médicaspt_BR
dc.subject.odsODS::ODS 3. Saúde e bem-estar - Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.pt_BR
Appears in Collections:TESE - Ciências da Saúde

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