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dc.creatorSilveira, José Júnio Gabriel da-
dc.date.accessioned2026-07-27T12:10:47Z-
dc.date.available2026-07-27T12:10:47Z-
dc.date.issued2026-03-16-
dc.identifier.citationSILVEIRA, José Junio Gabriel. Cartografias de um acompanhamento terapêutico: tecendo territórios possíveis para a vida. 2026. 64 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49111-
dc.description.abstractThis study cartographs the practice of Therapeutic Accompaniment (TA) as a clinical-political device in the production of subjectivation processes, based on an undergraduate internship experience in Psychology within the Psychosocial Care Network (RAPS). The research follows the trajectory of Flávia, a woman who has been linked to the RAPS for approximately twenty years and who, over the last four years, has been accompanied by a group of TA interns. Grounded in Deleuze and Guattari’s schizoanalysis and in cartographic methodology, the study rejects the logic of case study and representation, focusing instead on the follow-up of ongoing processes in the territory. The writing is composed through lived scenes of accompaniment, field diary records, and the shared construction of the patient’s narrative, understood as life in relation. Throughout the process, the effects of rigid lines — familial, institutional, and social — are analyzed, as well as the openings created by lines of flight that allow the emergence of other modes of existence. The concept of perforsomatics is introduced to describe the cartographer’s embodied performance in action, conceived as an aesthetic-political practice that integrates attention, presence, and implication in the territory. The study concludes that Therapeutic Accompaniment, articulated with cartography, affirms care in freedom and the invention of new existential territories.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.subjectAcompanhamento Terapêuticopt_BR
dc.subjectCartografiapt_BR
dc.subjectEsquizoanálisept_BR
dc.subjectProcessos de Subjetivaçãopt_BR
dc.subjectSaúde Mentalpt_BR
dc.subjectTherapeutic Accompanimentpt_BR
dc.subjectCartographypt_BR
dc.subjectSchizoanalysispt_BR
dc.subjectSubjectivation Processespt_BR
dc.subjectMental Healthpt_BR
dc.titleCartografias de um acompanhamento terapêutico: tecendo territórios possíveis para a vidapt_BR
dc.title.alternativeCartographies of a therapeutic accompaniment: weaving possible territories for lifept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Silveira, Ricardo Wagner Machado da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7915690637782350pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Dami da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4465947262396544pt_BR
dc.contributor.referee2Scagliarini, Ana Paula Cordeiro-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2226674437377389pt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/8257911506055789pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho cartografa a atuação do Acompanhamento Terapêutico (AT) como dispositivo clínico-político nos processos de produção de subjetividade, a partir de uma experiência de estágio em Psicologia no contexto da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A pesquisa acompanha o percurso de Flávia, mulher que mantém vínculo com a RAPS há aproximadamente vinte anos e que, nos últimos quatro anos, vem sendo acompanhada por um grupo de estagiários de AT. Sustentado teoricamente pela esquizoanálise de Deleuze e Guattari e pela metodologia cartográfica, o estudo recusa a lógica do estudo de caso e da representação, apostando no acompanhamento de processos em curso no território. A escrita se constrói a partir de cenas vividas no acompanhamento do diário de campo e dos efeitos da relação que se estabeleceu entre acompanhante e acompanhada. Ao longo do percurso, analisam-se os impactos das linhas duras — familiares, institucionais e sociais — que atravessam a trajetória de vida da paciente, bem como as brechas produzidas por linhas de fuga que permitem a emergência de outros modos de existir. Introduz-se o conceito de perforsomática para nomear a atuação do corpo do cartógrafo em ato, entendida como uma prática estético-política que articula atenção, presença e implicação no território. Conclui-se que o Acompanhamento Terapêutico, articulado à cartografia, afirma o cuidado em liberdade e a invenção de novos territórios existenciais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.coursePsicologiapt_BR
dc.sizeorduration64pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROSpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
Appears in Collections:TCC - Psicologia

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