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dc.creatorMelo, Mikael Souza Barra Nova de-
dc.date.accessioned2026-03-02T17:55:42Z-
dc.date.available2026-03-02T17:55:42Z-
dc.date.issued2026-02-06-
dc.identifier.citationMELO, Mikael Souza Barra Nova de. Duração e Unidade Dinâmica na Construção da Identidade Pessoal. 2026. 74 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.81.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48442-
dc.description.abstractThis dissertation addresses the issue of personal identity, questioning the capacity of traditional models to reconcile the continuity of the subject with the constant flux of changes. The study is based on a critical evaluation of the modern metaphysical tradition—initiated by John Locke and intensified by Derek Parfit — to demonstrate how the search for static criteria of reidentification (physical or psychological) results in the fragmentation of the unity of the self. Initially, the research investigates the logical paradoxes and aporias resulting from the spatialization of time, demonstrating that memory, when considered as mere evidence of past events, fails to maintain identity in the face of qualitative change. In a second moment, Henri Bergson's philosophy is employed to ground an ontological alternative based on the concept of duration (durée). By moving from a metaphysics of substance to a metaphysics of becoming, we affirm that identity is not found in an immutable core, but in a dynamic and processual unity. By redefining memory as the automatic conservation of the past in the present, it is concluded that personality is an uninterrupted continuity of transformations. In this way, identity ceases to be a fixed state to be understood as the very flux of consciousness that forms and maintains itself over time.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectIdentidade pessoalpt_BR
dc.subjectPersonal Identitypt_BR
dc.subjectPersonalidadept_BR
dc.subjectPersonalitypt_BR
dc.subjectHenri Bergsonpt_BR
dc.subjectDuraçãopt_BR
dc.subjectDurationpt_BR
dc.subjectUnidade Dinâmicapt_BR
dc.subjectDynamic Unitypt_BR
dc.subjectPure-Memorypt_BR
dc.subjectPure Memorypt_BR
dc.titleDuração e Unidade Dinâmica na Construção da Identidade Pessoalpt_BR
dc.title.alternativeDuration and Dynamic Unity in the Construction of Personal Identitypt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Almada, Leonardo Ferreira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4014427698799350pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Fábio Coelho da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9515723516821425pt_BR
dc.contributor.referee2Pinheiro, Félix Flores-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3066376529698729pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1606407193278554pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação aborda a questão da identidade pessoal, questionando a capacidade dos modelos tradicionais de conciliar a continuidade do sujeito com o fluxo constante de mudanças. O estudo se baseia em uma avaliação crítica da tradição metafísica moderna — iniciada por John Locke e intensificada por Derek Parfit — para mostrar como a procura por critérios estáticos de reidentificação (físicos ou psicológicos) resulta na fragmentação da unidade do eu. Inicialmente, investigamos os paradoxos lógicos e aporias resultantes da espacialização do tempo, demonstrando que a memória, ao ser considerada apenas uma evidência de eventos passados, não consegue manter a identidade frente à mudança qualitativa. Em um segundo momento, utilizamos a filosofia de Henri Bergson para embasar uma alternativa ontológica fundamentada no conceito de duração. Ao mover a discussão da metafísica da substância para uma metafísica do devir, afirmamos que a identidade não está em um núcleo imutável, mas em uma unidade dinâmica e em processo. Ao redefinir a memória como a conservação automática do passado no presente, chega-se à conclusão de que a personalidade é uma continuidade ininterrupta de transformações. Desse modo, a identidade deixa de ser um estado fixo para ser entendida como o próprio fluxo da consciência que se forma e se mantém ao longo do tempo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Filosofiapt_BR
dc.sizeorduration74pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::METAFISICApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::EPISTEMOLOGIApt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.81pt_BR
dc.orcid.putcode207227729-
dc.subject.autorizadoFilosofiapt_BR
dc.subject.odsODS::ODS 4. Educação de qualidade - Assegurar a educação inclusiva, e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.pt_BR
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Filosofia

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