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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.creatorSignorini, Guilherme Barberato-
dc.date.accessioned2026-01-15T13:24:23Z-
dc.date.available2026-01-15T13:24:23Z-
dc.date.issued2025-12-19-
dc.identifier.citationSIGNORINI, Guilherme Barberato. A abjeção do corpo transsexual / travesti no âmbito trabalhista brasileiro: a negação do uso do banheiro enquanto ferramenta de opressão. 2025. 23 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Estatística) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48027-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTransfobia estruturalpt_BR
dc.subjectDignidade da pessoa humanapt_BR
dc.subjectTransfobiapt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectBanheiropt_BR
dc.subjectProcesso estruturalpt_BR
dc.titleA abjeção do corpo transsexual / travesti no âmbito trabalhista brasileiro: a negação do uso do banheiro enquanto ferramenta de opressãopt_BR
dc.title.alternativeThe abjection of the transsexual/transvestite body in the Brazilian labor context: the denial of bathroom access as a tool of oppression.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Nunes, Cicília Araújo-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7306678828926262pt_BR
dc.contributor.referee1Martins, Juliane Caravieri-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8429926749619280pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Danler Garcia-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6134828496489776pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO artigo analisa como a transfobia estrutural se manifesta no mercado de trabalho brasileiro, com ênfase na negação do uso do banheiro segundo a identidade de gênero como forma de violência institucional. A pesquisa examina o problema central de que modo essa restrição, articulada a práticas discriminatórias mais amplas, funciona como mecanismo de abjeção e exclusão material, simbólica e jurídica de pessoas trans. Adotando abordagem qualitativa e analítico-teórica, o estudo articula autores como Butler, Bento e Agamben, além de dados empíricos da ANTRA e do IPEA, para demonstrar que a desigualdade vivenciada por pessoas trans não decorre de fatores individuais, mas de estruturas sociais que regulam corpos e identidades. A análise incorpora ainda jurisprudência trabalhista recente que reconhece a discriminação decorrente da negação do banheiro, evidenciando sua centralidade na proteção da dignidade e dos direitos da personalidade. Os resultados indicam que a exclusão laboral de pessoas trans se sustenta por práticas estatais, empresariais e culturais que reproduzem precarização, violência e invisibilidade. A pesquisa conclui que o enfrentamento desse quadro exige políticas públicas inclusivas, mudanças institucionais e aplicação de instrumentos como o processo estrutural, capazes de promover transformações efetivas no ambiente de trabalho. O estudo contribui para o debate ao iluminar as articulações entre dignidade, biopolítica e reconhecimento, alinhando-se aos ODS 5 e 10.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseDireitopt_BR
dc.sizeorduration23pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.orcid.putcode202618043-
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