Publicação: Barbie, normatividade e construção da identidade feminina: influência intencional?
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CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS
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Brinquedos não são ingênuos como poderíamos pensar, esperar, apostar. Trazem discursos rígidos de uma sociedade normatizadora e atendem a demandas múltiplas de uma sociedade desejada, esperada, almejada. A boneca Barbie como brinquedo feminino é um bom exemplo disso. Portanto, é a partir dessa premissa que este trabalho se articula, indo para a forma como esses e outros mecanismos de enquadramento e ajuste do feminino ocorrem. O percurso inclui a forma como a escola entra e contribui nesse processo de docilização do corpo feminino. A partir da reflexão iniciada, referente à criança do sexo feminino e à repercussão e ampliação dos debates em relação à mulher de nosso tempo, afirmamos tratar-se de estudo e pesquisa de perfil qualitativo. O trabalho ensaia acerca das reflexões que o Grupo de Pesquisa Educação Masculinidade Cultura e Subjetividade – GPEMCS efetua e envolve um pouco desse debate sobre a forma de se perceber e enquadrar o corpo da mulher. Nos memoriais feitos por estudantes de um curso de licenciatura em ciências biológicas de uma universidade pública federal, localizada no Triângulo Mineiro, tem um referencial. Trata-se de uma escrita centrada no campo das Ciências Humanas, usa a análise de discurso como diretriz, permite considerar a forma como a escola na contemporaneidade e os brinquedos femininos que atuam na identidade feminina. Um desafio entendido é que a escola pode e precisa rever seu papel e lugar ao lidar com crianças meninas desde muito cedo, ajudando na formação de seus valores e identidade, visando uma mulher menos aprisionada a valores patriarcais.
Abstract
Palavras-chave
Mulher, Docilização de corpos, Escola, Bonecas, Feminino
Citação
GONÇALVES, Danilva. Barbie, normatividade e construção da identidade feminina: influência intencional? 2025. 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas) – Universidade Federal de Uberlândia, Ituiutaba, 2025.
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