Publicação: Potência Nuclear no Cone Sul? Análise de Viabilidade do Caso Brasileiro
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::POLITICA INTERNACIONAL
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Resumo
A proliferação nuclear é um tema crucial nas relações internacionais, tendo um impacto
significativo na política global. A introdução de armas nucleares no cenário internacional
transformou as dinâmicas políticas, redefinindo a relação entre poder militar e influência, além
de impor restrições aos países que carecem da tecnologia. Este estudo se concentra na análise
da posição do Brasil em relação aos armamentos nucleares, visando compreender como o Brasil
está inserido na temática da proliferação nuclear. Utilizando como principal base a Teoria
Estratégica de Proliferação Nuclear, elaborada por Nuno P. Monteiro e Alexandre Debs (2016),
a hipótese inicial sugeria baixa necessidade de nuclearização, devido à pacificidade da região
sul-americana, o que implica em uma baixa demanda por armas nucleares. Além disso,
considerava-se que o país não teria oportunidades para um projeto atômico de cunho militar,
dado seu poder relativo em comparação com grandes potências globais, como os Estados
Unidos, tornando-o suscetível aos constrangimentos impostos por nações nucleares que
desejam a manutenção do status quo. No entanto, os resultados obtidos após análise do poder
brasileiro em comparação com seus vizinhos revelaram que, embora haja, de fato, baixa
necessidade de nuclearização, existiria oportunidade para o desenvolvimento de um programa
nuclear com propósitos militares.
Abstract
Palavras-chave
Brasil, Armas nucleares, Proliferação nuclear, Poder relativo
Citação
SANTOS, Thalita Giovanna Mendes. Potência Nuclear no Cone Sul? Análise de Viabilidade do Caso Brasileiro. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2024.