Publicação: “E para que eu não fosse a única”: gênero, literatura e trajetórias em Rachel de Queiroz e Maria das Neves Batista Pimentel, 1930.
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA DO BRASIL REPUBLICA
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Resumo
A década de 1930 foi um divisor de águas para a literatura brasileira. A partir desse momento, surgia um movimento visando a ampliação de possibilidades temáticas na literatura. No primeiro ano da década, Rachel de Queiroz publica seu primeiro livro O Quinze, aclamado pela crítica. Anos mais tarde, em 1935, Maria das Neves Batista Pimentel publica seu primeiro cordel O Corcunda de Notre-Dame, baseado na obra homônima de Victor Hugo, mas sob o pseudônimo de seu marido. Duas mulheres que tiveram inúmeras semelhanças em suas trajetórias e, respeitando as particulares, podem nos indicar quais os percursos e condições eram necessários para mulheres serem escritoras reconhecidas nos anos de 1930. Partimos no primeiro e segundo capítulos de uma discussão mais abrangente sobre gênero e literatura, para chegarmos no terceiro capítulo em um estudo de caso que pretende analisar quais os principais pilares que Queiroz e Pimentel enfrentaram para publicar suas obras.
Abstract
Palavras-chave
Literatura, Mulheres, Gênero, Trajetórias, 1930
Citação
REIS, Kathleen Loureiro Santana dos Reis. “E para que eu não fosse a única”: gênero, literatura e trajetórias em Rachel de Queiroz e Maria das Neves Batista Pimentel, 1930. 2022. 84 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2022.