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dc.creatorLima, Débora Francisca de-
dc.date.accessioned2022-03-24T19:09:00Z-
dc.date.available2022-03-24T19:09:00Z-
dc.date.issued2022-02-18-
dc.identifier.citationLIMA, Débora Francisca de. Memória e ancestralidade: as vozes na escrevivência de Conceição Evaristo e Eliane Potiguara. 2022. 121f. Dissertação (Mestrado em Estudos Literários) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2022. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2022.5016pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/34353-
dc.description.abstractThe aim of this work is to investigate how memory, ancestry, and writing are experienced in the work Metade Cara, Metade Máscara, by Eliane Potiguara; and Poemas Recordação e outros movimentos, by Conceição Evaristo, and how violence is intertwined as a category of silencing. The voices of these two women recreate one of the aspects of the worldview of black and indigenous writing – ancestry. Our main interest in analyzing the works centralized into two aspects. The first was the analysis of the poetic images constructed. Ancestry, that invisible trait, which spans generations, anchors poetics; subjectivity is elaborated in the writing of the self, “escrevivências”, poetic material used by both. Another aspect embraced was how these contemporary literatures dialogue with their ethnic groups and the importance of studying the coloniality of power and decoloniality for a better understanding of these literatures. An ethnic cosmovision is perceived in which female writers insert themselves in the literary universe with a sharp and tender feminine look around issues such as: violence, racism, subalternization and engender a form of resistance - literary writing. Potiguara and Evaristo intend to denounce the practice of exclusion, infiltrated in everyday life, in the situation of domination experienced by blacks and indigenous people.The paper proposal is based on a theoretical corpus on memory, ancestry, as well as performance, decoloniality, black and indigenous representations, since these elements are built on the experience of these women in the construction of their subjectivities. To extend de compreheension of the theme, authors with recognized contributions to the study of characters and performance will be used, such as Cândido, Silva, Zumthor, among other academic works that deal with the theme of memory and identity, such as Selligmann-Silva and Maluf, authors who talk about decoloniality like Mignolo and Quijano, about indigenous representation like Graúna, Kambeba and Krenak, among others.Black and indigenous literature make up the diversity of contemporary manifestations, and in this plurality they seek inclusion in the literary context, different from the exclusion to which they were subjected. Understanding the enunciation roles of black and indigenous women in the current literary context implies looking at the literature of these women without the stigma of color and ethnicity and without the attempt to establish a standard of reading/interpretation.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectliteratura indígenapt_BR
dc.subjectindigenous literaturept_BR
dc.subjectliteratura negrapt_BR
dc.subjectmemóriapt_BR
dc.subjectancestralidadept_BR
dc.subjectblack literaturept_BR
dc.subjectmemorypt_BR
dc.subjectancestrypt_BR
dc.titleMemória e ancestralidade: as vozes na "escrevivência" de Conceição Evaristo e Eliane Potiguarapt_BR
dc.title.alternativeMémoire et ascendance dans l'écriture de Conceição Evaristo et Eliane Potiguarapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Melo, Carlos Augusto de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5205243411665484pt_BR
dc.contributor.referee1Machado, Ananda-
dc.contributor.referee1Latteshttps://orcid.org/0000-0002-3363-2587pt_BR
dc.contributor.referee2Benfatti, Flávia Andrea Rodrigues-
dc.contributor.referee2Latteshttps://orcid.org/0000-0002-2176-3870pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7156494247727436pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoO objetivo deste trabalho é investigar de que forma a memória, a ancestralidade, e a escrita de si estão experimentadas na obra Metade Cara, Metade Máscara, de Eliane Potiguara; e Poemas de Recordação e outros movimentos, de Conceição Evaristo, e como a violência está imbrincada como categoria de silenciamento. As vozes dessas duas mulheres recriam um dos aspectos da visão de mundo das escritas negra e indígena – a ancestralidade. Nosso interesse principal em analisar as obras voltou-se para dois aspectos. O primeiro foi a análise das imagens poéticas construídas. A ancestralidade, esse traço invisível, que perpassa gerações, ancora as poéticas; a subjetividade é elaborada na escrita de si, nas “escrevivências”, material poético utilizado por ambas. Outro aspecto englobado foi como essas literaturas contemporâneas dialogam com seus grupos étnicos e a importância de se estudar a colonialidade do poder e a decolonialidade para melhor entendimento dessas literaturas. Percebe-se uma cosmovisão étnica em que as escritoras inserem-se no universo literário com um aguçado e terno olhar feminino em torno de questões como: violência, racismo, subalternização e engendram uma forma de resistência – a escrita literária. Potiguara e Evaristo intentam denunciar a prática de exclusão, infiltrada no cotidiano, na situação de dominação vivenciada pelos negros e indígenas. A proposta de leitura dá-se a partir de um corpus teórico sobre memória, ancestralidade, bem como performance, decolonialidade e representatividades negra e indígena, uma vez que estes elementos compõem a vivência dessas mulheres na construção de suas subjetividades. Para acompanhar a evolução do tema, serão utilizados autores e autoras com reconhecidas contribuições ao estudo de personagens e performance como Cândido, Silva, Zumthor, dentre outros trabalhos acadêmicos que versam sobre a temática da memória e identidade como Selligmann-Silva e Maluf, autores que discorrem sobre (de)colonialidade como Mignolo e Quijano, sobre a representatividade indígena como em Graúna, Kambeba e Krenak, entre outros. Há um macrocenário de manifestações literárias na contemporaneidade em que as escritas negra e indígena surgem como um legado da multiplicidade da cultura brasileira e busca, nessa pluralidade, fazer parte do corredor cultural tão restrito ao cânone, em múltiplas exclusões. Compreender os papeis de enunciação das mulheres negra e indígena no contexto literário atual implica olhar para as literaturas dessas mulheres sem o estigma de cor e etnia e sem a tentativa de estabelecer um padrão de leitura/interpretação.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Estudos Literáriospt_BR
dc.sizeorduration121pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::LINGUISTICA HISTORICApt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.di.2022.5016pt_BR
dc.crossref.doibatchid5bc81a5e-012a-49f4-b043-00a33b9eca4e-
dc.subject.autorizadoLiteraturapt_BR
dc.subject.autorizadoEstudos línguísticos e literáriospt_BR
dc.subject.autorizadoLiteratura indígenapt_BR
dc.description.embargo2024-02-18-
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Estudos Literários

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