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dc.creatorOliveira, Bruno Silva de-
dc.date.accessioned2021-02-11T13:37:16Z-
dc.date.available2021-02-11T13:37:16Z-
dc.date.issued2019-11-26-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Bruno Silva de. Pelas brenhas escuras do insólito: os espaços topofóbicos na literatura sertanista. 2019. 240 f. Tese (Doutorado em Estudos Literários) - Universidade Federal de Uberlândia. Uberlândia, 2019. Disponível em: http://doi.org/10.14393/ufu.te.2019.2497.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/31255-
dc.descriptionBolsista do Programa de Incentivo à Qualificação (PIQ) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano)pt_BR
dc.description.abstractThe reference to space in a narrative work entails a multitude of sociocultural information about the plot and the characters. Thus, thinking and reflecting on this diegetic element in a literary work is quite pertinent and instigating for the characterization and understanding of a narrative classified as belonging to the domains of fantastic literature. There are some spaces present in the fantastic mode that raise fear, agony and terror possibly in the reader and the characters that are enclosed in it. This thesis intends to work as this fear manifests itself in fantastic literature through space. In this sense, we seek to prove that fear is directly related to this narrative element and, therefore, without adequate space in the narratives, there is no fear. For this, we chose the space of the wilderness as the guiding thread of our analysis. It is an inland region of the country over which many prejudiced glances focus. It is usually represented with poor socioeconomic development, permeated by unusual beings and events, where an interweaving of the prosaic real and the supernatural world is observed through beliefs and legends. We can understand that the regularity of this representation triggers a peculiar aesthetic, that of Sertanismo. Analyzing the current literary research, we observe that the strand linked to the Sertanismo has an analytical lack, since it is confused with Regionalism, therefore a fertile ground for analysis and debate on the fantastic and topographic studies. We understand by Sertanista Literature the narratives that portray spaces away from the urban area; it can be said that as a rule it is a culture little affected by city habits and values. In the present thesis, we aim to differentiate Sertanism from Regionalism in Brazilian letters, to dissert about the different manifestations of the wilderness and how this space is related to the unusual through fear. We selected, to compose the corpora of analysis of this thesis short stories that represent different perspectives of various hinterlands: the São Paulo, the Minas Gerais and the Goias. We will observe in these tales how the wilderness macro space manifests itself and what other spaces (microspaces) cross it in order to observe regularities to draw a cartography of the wilderness spaces, trying to prove that without the appropriate space it is not possible to build a phobic aura and raise fear in characters and possibly readers, with space and fear intrinsically linked in fantastic literature.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEstudos Literáriospt_BR
dc.subjectLiteratura, Representação e Culturapt_BR
dc.subjectMedopt_BR
dc.subjectEspaçopt_BR
dc.subjectSertãopt_BR
dc.subjectLiterary studiespt_BR
dc.subjectLiteraturept_BR
dc.subjectRepresentation and culturept_BR
dc.subjectFearpt_BR
dc.subjectSpacept_BR
dc.subjectWildernesspt_BR
dc.titlePelas brenhas escuras do insólito: os espaços topofóbicos na literatura sertanistapt_BR
dc.title.alternativeBy the dark slits of the unusual: the topophobic spaces in the sertanista literaturept_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisor1Gama-Khalil, Marisa Martins-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9430138689219946pt_BR
dc.contributor.referee1Gama-Khalil, Marisa Martins-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9430138689219946pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Alexander Meireles da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8325920517508979pt_BR
dc.contributor.referee3Queiroz, Flávio García-
dc.contributor.referee3Lattes4242057381476599pt_BR
dc.contributor.referee4Mauro, Claudia Fernanda de Campos-
dc.contributor.referee4Lattes3083005309004357pt_BR
dc.contributor.referee5Ribeiro, Elzimar Fernanda Nunes-
dc.contributor.referee5Lattes2361018161551387pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5317798041371426pt_BR
dc.description.degreenameTese (Doutorado)pt_BR
dc.description.resumoA referência ao espaço em uma obra narrativa acarreta uma infinidade de informações socioculturais sobre a trama e as personagens; assim, pensar e refletir sobre esse elemento diegético em uma obra literária é bastante pertinente e instigador para a caracterização e compreensão de uma narrativa classificada como pertencente aos domínios da Literatura Fantástica. Há alguns espaços presentes no modo fantástico que suscitam medo, agonia e terror possivelmente no leitor e nas personagens que estão encerradas nele. Esta tese intenta trabalhar como esse o medo se manifesta na Literatura Fantástica por meio do espaço. Buscamos comprovar, nesse sentido, que o medo está relacionado diretamente a esse elemento narrativo e que, portanto, sem o espaço adequado nas narrativas não há medo. Para tal, escolhemos o espaço do sertão como o fio condutor de nossa análise. É uma região interiorana do país sobre a qual incidem muitos olhares preconceituosos; costuma ser representada com parco desenvolvimento socioeconômico, permeada de seres e acontecimentos insólitos, onde se observa um imbricamento do real prosaico e do mundo sobrenatural por meio de crendices e lendas. Podemos compreender que a regularidade da referida representação faz com que seja desencadeada uma estética peculiar, a do Sertanismo. Analisando as pesquisas literárias da atualidade, observamos que a vertente ligada ao Sertanismo possui uma carência analítica, visto que é confundido com o Regionalismo, portanto um terreno fecundo para análise e debate sobre o Fantástico e os estudos topográficos. Entendemos por Literatura Sertanista as narrativas que retratam espaços afastados da zona urbana; pode-se dizer que via de regra é uma cultura pouco afetada pelos hábitos e valores citadinos. Na presente tese, objetivamos diferenciar Sertanismo de Regionalismo nas letras brasileiras, dissertar sobre as diferentes manifestações do sertão e como esse espaço se relaciona com o insólito por intermédio do medo. Selecionamos, para compor os corpora de análise desta tese contos que representam diferentes perspectivas de variados sertões: o paulista, o mineiro e o goiano. Iremos observar nesses contos como o macroespaço do sertão se manifesta e quais outros espaços (microespaços) o atravessam a fim de observamos regularidades para elaborar uma cartografia dos espaços do sertão, intentando comprovar que sem o espaço adequado não é possível construir uma aura fóbica e suscitar medo nas personagens e possivelmente nos leitores, estando o espaço e o medo intrinsecamente ligados na literatura fantástica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Estudos Literáriospt_BR
dc.sizeorduration240pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.te.2019.2497pt_BR
dc.crossref.doibatchidd0147a28-4117-4afe-80e5-c53f50d2cef7-
dc.subject.autorizadoLiteraturapt_BR
dc.subject.autorizadoRegionalismo na literaturapt_BR
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