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dc.creatorCunha, Nayara Bernardes-
dc.date.accessioned2019-03-29T12:36:06Z-
dc.date.available2019-03-29T12:36:06Z-
dc.date.issued2019-02-18-
dc.identifier.citationCUNHA, Nayara Bernardes. Efeito da ingestão de uma refeição hiperproteica durante o turno noturno sobre a resposta metabólica pós-prandial no dia seguinte: um estudo crossover, randomizado e controlado. 2019. 64 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018. Disponível em: http://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2019.1223.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/24726-
dc.description.abstractIntroduction: Shift work has been associated with nutritional and metabolic diseases, and the quality, quantity and time of eating are considered important factors associated with the development of chronic diseases and weight gain in shift workers. However, the impact of nocturnal eating on the metabolic response of shift workers is poorly explored in the literature. Objective: To evaluate the acute effect of a high-protein meal compared to a normal protein meal served at night on the postprandial metabolic response of night workers the following day. Material and methods: A crossover clinical trial was performed with 14 male night workers. Participants were followed for 7 days before each intervention night in relation to food consumption and sleep pattern. After, the participants were underwent two different isocaloric dietary conditions at 1:00 h of the night shift, with a 6-day washout period between them: high-protein (HP) meal containing 45% carbohydrate, 35% protein and 20% fat; and normal protein (NP) meal containing 65% carbohydrate, 15% protein and 20% fat. Postprandial capillary glucose levels were determined immediately before intake of the test meal (time 0) and 30, 60, 90 and 120 minutes after the end of the meal. At the end of the work shift (6:30 h) participants received a standard breakfast and postprandial levels of glucose, insulin and triglycerides were determined immediately before (time 0) and then every 30 min for 2 h (30, 60, 90 and 120 minutes). The homeostatic model assessment for insulin resistance (HOMA-IR) was calculated in each of these conditions. The generalized estimating equation (GEE) and area under the curve (AUC) were used to determine differences between both interventions. Results: Higher values of capillary glucose were found after the NP condition compared to the HP condition (AUC = 119.46 ± 1.49 mg/dL x min and 102.95 ± 1.28 mg/dL x min, respectively; p < 0.001). For the metabolic response to standard breakfast the following day, no significant differences in glucose, insulin, triglyceride and HOMA-IR levels were found between interventions. Conclusion: A night meal with a higher percentage of protein leads to lower postprandial glucose levels during the night shift but exerts no effect on metabolic response at the beginning of the following day. Further studies should be performed to test the long-term effect of these conditions.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Geraispt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTrabalho em turnospt_BR
dc.subjectShift workpt_BR
dc.subjectHorário da refeiçãopt_BR
dc.subjectMeal timingpt_BR
dc.subjectRefeição hiperproteicapt_BR
dc.subjectHigh-protein mealpt_BR
dc.subjectTolerância à glicosept_BR
dc.subjectGlucose tolerancept_BR
dc.subjectResposta metabólicapt_BR
dc.subjectMetabolic responsept_BR
dc.subjectCiências médicaspt_BR
dc.subjectAlimentos - consumopt_BR
dc.subjectTrabalho noturnopt_BR
dc.subjectMetabolismopt_BR
dc.titleEfeito da ingestão de uma refeição hiperproteica durante o turno noturno sobre a resposta metabólica pós-prandial no dia seguinte: um estudo crossover, randomizado e controladopt_BR
dc.title.alternativeEffect of intake of a high-protein meal during the night shift on the postprandial metabolic response the following day: a crossover study, randomized and controlledpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor1Crispim, Cibele Aparecida-
dc.contributor.referee1Oliveira, Erick Prado-
dc.contributor.referee2Dáttilo, Murilo-
dc.contributor.referee3Lopes, Tássia do Vale Cardoso-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5309485568583548pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O trabalho em turnos tem sido associado com doenças nutricionais e metabólicas, sendo que a qualidade, a quantidade e o horário da alimentação são considerados fatores importantes associados ao desenvolvimento de doenças crônicas e ganho de peso em trabalhadores em turnos. No entanto, o impacto da alimentação noturna na resposta metabólica dos trabalhadores em turnos é pouco explorado na literatura. Objetivo: Avaliar o efeito agudo de uma refeição hiperproteica em comparação com uma refeição normoproteica servidas à noite na resposta metabólica pós-prandial de trabalhadores noturnos no dia seguinte. Material e métodos: Foi realizado um ensaio clínico crossover com 14 trabalhadores noturnos do sexo masculino. Os participantes foram acompanhados por 7 dias antes de cada noite de intervenção em relação ao consumo alimentar e padrão de sono. Posteriormente, os participantes foram submetidos a duas condições dietéticas isocalóricas diferentes às 01:00h do turno noturno, com um intervalo de 6 dias entre elas: refeição hiperproteica (HP), composta por 45% de carboidratos, 35% de proteínas e 20% de gorduras; e refeição normoproteica (NP), composta por 65% de carboidratos, 15% de proteínas e 20% de gorduras. Os níveis de glicose capilar pós-prandial foram determinados imediatamente antes da ingestão da refeição teste (tempo 0) e 30, 60, 90 e 120 minutos após o término da refeição. No final do turno de trabalho (06:30h) os participantes receberam um café da manhã padrão e os níveis de glicose, insulina e triglicerídeos pós-prandias foram determinados imediatamente antes (tempo 0) e depois a cada 30 minutos por 2h (30, 60, 90, 120 minutos). A avaliação do modelo homeostático para resistência à insulina (HOMA-IR) foi calculada em cada intervenção. As equações de estimativas generalizadas (GEE) e a área sob a curva (AUC) foram utilizadas para determinar as diferenças entre as duas condições. Resultados: Valores mais elevados de glicose capilar foram encontrados após a condição NP em comparação com a condição HP (AUC=119.46±1.49mg/dL x min and 102.95±1.28mg/dL x min, respectively; p<0.001). Para a resposta metabólica ao café da manhã padrão no dia seguinte, não foram encontradas diferenças significativas nos níveis de glicose, insulina, triglicerídeos e HOMA-IR entre as intervenções. Conclusão: Uma refeição noturna com maior porcentagem de proteína leva a menores níveis de glicose pós-prandial durante o turno da noite, mas não exerce nenhum efeito sobre a resposta metabólica no início do dia seguinte. Mais estudos devem ser realizados para testar o efeito a longo prazo dessas condições.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências da Saúdept_BR
dc.sizeorduration64pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAOpt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.14393/ufu.di.2019.1223pt_BR
dc.crossref.doibatchidpublicado no crossref antes da rotina xml-
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