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Marcha da Maconha: antiproibicionismo e luta contra a estigmatização (2007-2012)

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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA

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Esta pesquisa analisa a “Marcha da Maconha”. Enfocando as transformações iniciadas no ano de 2007, quando surgiu a primeira manifestação, até o ano de 2012, quando a mesma se tornou movimento social, que manifesta publicamente contra a proibição das drogas. Refletindo sobre a crença das drogas ilícitas serem tratadas como um problema, parto dos conceitos de proibicionismo, estigma e outsider para entender o próprio significado das principais bandeiras de reivindicação do movimento social “Marcha da Maconha”. Identifico por meio da pesquisa os interesses envolvidos por trás da estigmatização da diferença e da criminalização de determinadas drogas. A metodologia foi desenvolvida a partir de textos de pesquisadores e militantes que contribuíram (e contribuem) para o debate antiproibicionista e que se articularam politicamente de alguma forma com o movimento. As análises sobre a “Marcha da Maconha” permitem compreendê-la como um movimento social identitário, na luta contra uma normalidade imposta, que rotula as pessoas que usam drogas como doentes ou criminosas.

Abstract

Keywords

Marcha da Maconha, Proibicionismo, Estigma

Citation

MELO, Gabriel Pimentel de. Marcha da Maconha: antiproibicionismo e luta contra a estigmatização (2007-2012). 2018. 50 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018.

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