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dc.creatorCarvalho, Sônia de Fátima Elias Mariano
dc.date.accessioned2016-06-22T18:42:21Z-
dc.date.available2010-05-11
dc.date.available2016-06-22T18:42:21Z-
dc.date.issued2009-12-14
dc.identifier.citationCARVALHO, Sônia de Fátima Elias Mariano. A dialogia estética em Vincent van Gogh. 2009. 234 f. Dissertação (Mestrado em Linguística Letras e Artes) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2009.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/15376-
dc.description.abstractThis dissertation aims at investigating, under French Discourse Analysis theoretical framework, images in its disposition at a symbolic aesthetical discursive space. Three of van Gogh s pieces have been taken as corpus: Sower, The (1888), Heat field with reaper and sun (1889) and Wheat field with crows (1890). van Gogh will be taken as aesthetics enunciative subject instancy for his alterity in plastic aesthetics space. Thus, such instancy is inscribed, discursively, in an interdiscourse, intercrossed by a discursive memory and historical conditions. There is a color interpellation from which a dialogy means, producing a variety of senses. However, image will be analysed in two procedures: a macro one in which interdiscourse will be emphasized and a micro one in which indiciary paradigm variables (traces and signals) (GINZBURG, 1993) will be considered as clues for examining aesthetics enunciative subject instancy s style. It was developed a methodological tool called indiciary paradigm table which evaluates the discursive potentialization on pictorial materiality. Three stages of analysis will be followed: a descritptive one, an interpretative one and a relational one. In the first, production conditions of plastic pieces will be scanned. In the second, regularities will be evidenced in a condensed matrix. Finally, in the third, symbolic clues will be put in conjunction in order to relate aesthetic singularities. Some theoretical extensions have been constructed in order to make analysis more precise such as: the extension of the concept of polyphony into polychromy and polyaestheticy. Pieces have been analyzed, considering color dialogism and enunciative trace meanings. Such meanings have been taken as visual operators in order to express sense production by a dialogism on colors, traces and symbolic meanings, taken as visual discursivity.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectInterdiscursopor
dc.subjectPolifoniapor
dc.subjectPolicromiapor
dc.subjectPoliesteticiapor
dc.subjectInstância enunciativa sujeitudinal estetapor
dc.subjectInterdiscourseeng
dc.subjectPolyphonyeng
dc.subjectPolychromyeng
dc.subjectPolyaestheticyeng
dc.subjectAesthetics enunciative subject instancyeng
dc.subjectLinguítica aplicadapor
dc.subjectGogh, Vincent Van, 1853-1890 - Crítica e interpretaçãopor
dc.subjectAnálise do discursopor
dc.subjectPintura moderna - Séc. XIX - Holandapor
dc.titleA dialogia estética em Vincent van Goghpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Santos, João Bôsco Cabral dos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4794565Y9por
dc.contributor.referee1Silva, Maria Ivonete Santos
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4721180H1por
dc.contributor.referee2Neder, Marco Antonio Villarta
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4773091Z4por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4506375P4por
dc.description.degreenameMestre em Estudos Linguísticospor
dc.description.resumoO objetivo deste trabalho é investigar, sob a fundamentação teórica da Análise do Discurso de vertente francesa, imagens em sua disposição em um espaço estéticosimbólico a partir de três pinturas de Vincent van Gogh: O semeador (1888), Campo de trigo e ceifeiro ao sol (1889) e Campo de trigo com corvos (1890). Consideramos van Gogh enquanto uma instância enunciativa sujeitudinal esteta (IESE) por estar em constante alteridade no interior do espaço estético plástico. Dessa forma, sujeito-esteta é uma posição assumida no interior de uma instância sujeito a partir de suas inscrições discursivas, atravessada pelo interdiscurso e traspassada pela memória discursiva e pelas condições históricas que a constituem. Supomos que o sujeito-esteta é interpelado pelas cores e por meio delas realiza sua dialogia com o mundo produzindo uma diversidade de sentidos. Assim, a imagem é analisada em dois momentos, um que se refere à macroinstância e outro à micro-instância (SANTOS, 2004) as convergimos ao paradigma indiciário (GINZBURG, 1993), visando identificar as manifestações enunciativopictóricas nessas instâncias. Desse modo, a macro-instância compreende o interdiscurso (polifonia, policromia e poliesteticia) como sinais enquanto manifestação de índices estéticos e as formações imaginárias (emblemas) enquanto representações do efeito dos índices estéticos enquanto significação de uma dialogia. A micro-instância abrange os traços que correspondem ao estilo do sujeito-esteta e os índices como operadores visuais que são elementos básicos da composição de um discurso pictórico (linha, cor, textura, traço...). Dessa maneira, afluímos estes elementos para uma ferramenta metodológica que denominamos de sinóptico do paradigma indiciário. Assim, por meio do interdiscurso conseguimos vestígios da interpelação das cores e da dialogia que se estabelece entre elas para a construção de uma significação. Para organizar esses elementos fizemos uma matriz nominada potencialização discursiva da materialidade pictórica, composta de três estágios: o descritivo, o interpretativo e o relacional. No primeiro estágio fizemos um levantamento das condições de produção que originaram as obras plásticas. No segundo estágio traduzimos em matrizes toda a percepção da descrição para em seguida pontuar as evidencias que emergem dessa ordenação estética. E no terceiro estágio, observamos toda a emblemática que subjaz à obra, tecendo as relações que se constroem no interior dos quadros. Para isso foi necessário fazermos extensões teóricas e adaptações, como por exemplo, o conceito de polifonia (Bakhtin, 1981) adaptado a policromia, pois acreditamos haver um diálogo entre as cores na imagem. O mesmo ocorre com a poliesteticia, existe um diálogo de comportamentos estéticos no interior das telas, ou seja, existe uma mudança de sentimentos atribuídos por meio das cores e formas resultantes dessa alteridade de humores que se confundem na interpretação pictórica. Desse modo, a pintura será significada enquanto acontecimento visual que põe em dialogismo as cores, as formas, os traços que passam a funcionar enunciativamente enquanto elementos operadores de uma discursividade visual.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Estudos Linguísticospor
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICApor
dc.publisher.departmentLinguística Letras e Artespor
dc.publisher.initialsUFUpor
Appears in Collections:DISSERTAÇÃO - Estudos Linguísticos

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