Publicação: Piratas e pirataria: uma história possível pelos caminhos da literatura
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA
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Resumo
Procuramos, por meio deste trabalho, compreender melhor como se dão as construções das imagens dos piratas e da pirataria em dois regimes de identificação da arte: no regime poético ou representativo e no regime estético, com base nos trabalhos de Jacques Rancière. Os piratas e a pirataria aos quais nos referimos aqui, são aqueles que existiram em fins do século XVII e início do século XVIII, cujas histórias são narradas não por “historiadores de ofício”, mas sim por outros escritores. Do regime representativo analisamos um livro sobre piratas de Daniel Defoe. Do regime estético analisamos um número maior de textos, quais sejam: dois livros de uma série de oito volumes sobre a história naval britânica escrita por John Campbell; um conto de Edgar Allan Poe, sobre um tesouro pirata; uma preleção sobre piratas e pirataria escrita por Oscar Herrmann; e por fim um livro de contos de Arthur Conan Doyle. A partir desses livros buscamos compreender a possibilidade da criação das histórias dos piratas e da pirataria a partir do que Rancière chama de revolução estética, principalmente por meio da literatura.
Abstract
Palavras-chave
Piratas, Pirataria, História, Literatura
Citação
BARCELOS, Ivana Borges. Piratas e pirataria: uma história possível pelos caminhos da literatura. 2013. 81 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2013.