Publicação: Avaliação clínica e classificação do freio labial superior de crianças na primeira infância
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CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA, CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::ODONTOPEDIATRIA, CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE
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Resumo
Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar e classificar o freio labial superior de crianças de
zero a cinco anos de idade atendidas nas clínicas de Odontopediatria do Hospital Odontológico
da Universidade Federal de Uberlândia e coletar dados relacionados à amamentação e
percepção dos pais sobre a interferência deste na amamentação, estética e fonética. Materiais
e métodos: Duas pesquisadoras avaliaram e classificaram, de acordo com Kotlow e Sewerin,
o freio labial superior de 102 crianças, separadas em grupos de acordo com a faixa etária: grupo
A de 0 a 12 meses, grupo B de 13 a 24 meses, grupo C de 25 a 36 meses e D acima de 36
meses. Resultados: Foi constatada maior prevalência do freio classe IV de Kotlow,
principalmente no grupo A e alteração do nível de inserção do freio entre as faixas etárias. Na
classificação de Sewerin, 21 (20%) dos freios possuem anormalidades, sendo teto-labial
persistente a mais prevalente e mais presente na classe IV. 49 (48%) das crianças receberam
aleitamento exclusivamente materno e não houve relação entre inserção palatina do freio labial
superior ou presença de anomalias com dificuldades na amamentação materna. 53,9% dos
responsáveis acreditam que essa estrutura interfere de alguma forma e 5 (4,9%) já receberam
indicação de intervenção cirúrgica. Conclusão: O grau de inserção do freio diminuiu com a
evolução de faixa etária. A amamentação materna foi predominante nos bebês classe IV do
grupo A. Os pais, em maioria, acreditam que o Freio Labial Superior pode interferir de alguma
forma.
Abstract
Objective: The objective of this study was to evaluate and classify the upper labial frenum of
children aged zero to five years treated at the Pediatric Dentistry clinics of the Dental Hospital
of the Federal University of Uberlândia and to collect data related to breastfeeding and parental
perception of its interference in breastfeeding, aesthetics, and phonetics. Materials and
methods: Two researchers evaluated and classified, according to Kotlow and Sewerin, the
upper labial frenum of 102 children, separated into groups according to age range: group A
from 0 to 12 months, group B from 13 to 24 months, group C from 25 to 36 months, and group
D over 36 months. Results: A higher prevalence of Kotlow class IV frenum was observed,
mainly in group A, and changes in the level of insertion of the frenum between age groups. In
the Sewerin classification, 21 (20%) of the frenums had abnormalities, with persistent labial
tectonomegaly being the most prevalent and most present in class IV. Forty-nine (48%) of the
children were exclusively breastfed, and there was no relationship between palatal insertion of
the upper labial frenum or the presence of anomalies and difficulties in breastfeeding. 53.9%
of guardians believed that this structure interferes in some way, and 5 (4.9%) had already
received an indication for surgical intervention. Conclusion: The degree of frenum insertion
decreased with age. Breastfeeding was predominant in class IV infants in group A. Most
parents believed that the upper labial frenum can interfere in some way.
Palavras-chave
Freio Labial Superior, Lactentes, Amamentação, Pré escolar, Upper Labial Frenulum, Infants, Breastfeeding, Preschool
Citação
LIMA, Isabella Carvalho Borges. Avaliação clínica e classificação do freio labial superior de crianças na primeira infância. 2025. 11 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2025.
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