Publicação: O impacto das áreas irregulares na perspectiva da Saúde Ambiental: Uma Revisão Sistemática
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CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA
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Resumo
O objetivo desse artigo foi fazer um levantamento dos estudos sobre ocupações irregulares por meio de revisão sistemática a fim de compreender as relações entre os efeitos dessas ocupações e os impactos gerados na saúde do ambiente. Foram incluídos na pesquisa os artigos dos bancos de dados Medical Literature Analysis and Retrieval Sysrem Online (MEDLINE/PUBMED), E Scientific Eletronic Library Online (SciELO) que abordaram por meio de uma meio de uma pesquisa epidemiológica, a associação entre desfechos na saúde humana e o ambiente. Dos 852 artigos encontrados apenas 8 foram elegíveis segundo os critérios de inclusão pré determinados. Evidenciou-se que, 75% das ocupações irregulares se configuram como favelas, sendo que destas 50% apresentam-se concentradas no Rio de Janeiro - RJ, 12,5% em Dourados - MS, 12,5% na Baixada Santista - SP, 12,5% em Salvador – BA. Dos 25% restantes, 12,5% abordam assentamentos indígenas existentes no Amazonas e os outros 12,5% correspondem aos casos analisados em assentamentos no Rio de Janeiro – RJ não configurados como favelas. O presente estudo demonstra que as favelas são o principal foco de estudos sobre ocupações irregulares no Brasil, o que leva a necessidade de mais estudos sobre assentamentos indígenas, rurais e invasões para assim reavaliar as condições de moradia da população que ocupa terrenos frágeis proporcionando a recuperação destes através da criação e aplicação de políticas públicas sobre uso e ocupação do solo juntamente com planejamento habitacional sustentável a fim de mitigar os impactos gerados à saúde ambiental.
Abstract
Palavras-chave
Ocupações irregulares, Assentamentos, Favelas, Saúde, Ambiente
Citação
FERREIRA, Nayara Cristina Tavares. O impacto das áreas irregulares na perspectiva da Saúde Ambiental: Uma Revisão Sistemática. 2018. 17 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Gestão em Saúde Ambiental) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2018.