Publicação: “Meu nome é John Ford. Eu faço westerns”: o Velho Oeste no século XX pelas lentes de um cineasta
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CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA
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Resumo
Este trabalho tem o objetivo de refletir sobre as leituras sobre o Velho Oeste estadunidense feitas no século XX no cinema hollywoodiano. Para isso, parte da cinematografia de John Ford, um dos principais diretores do gênero western, foi utilizada para análise, com ênfase no filme Crepúsculo de uma raça, de 1964. Esses elementos são construídos desde séculos anteriores com a tradição oral, a literatura, a pintura, a historiografia e os discursos políticos: depois são apropriados pelo cinema no western, que começa a fazer parte do imaginário coletivo estadunidense. Assim, optou-se pela análise desses elementos, desde suas primeiras aparições em narrativas populares até sua reavaliação na década de 1960. O mito do cowboy, a natureza selvagem e a oposição entre civilização e barbárie foram as categorias selecionadas para análise, mas o estudo sobre a representação de povos indígenas na obra de John Ford foi privilegiada, interagindo com todos os outros tópicos do trabalho. Os filmes de western foram examinados com metodologia específica de análise fílmica e a partir de diálogos estabelecidos com a bibliografia sobre os Estados Unidos no século XIX, a história do gênero cinematográfico e de autores que
se dedicam ao estudo da obra de John Ford: um trabalho que aponta uma transformação na narrativa do western e na própria obra desse cineasta.
Abstract
Palavras-chave
História e Cinema, Estados Unidos, Western, Povos indígenas, John Ford
Citação
REIS, Lucas Henrique dos. “Meu nome é John Ford. Eu faço westerns”: o Velho Oeste no século XX pelas lentes de um cineasta. 2015. 93 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2015.