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dc.creatorSilva, Lorrayne Moreira da-
dc.date.accessioned2026-08-26T17:23:04Z-
dc.date.available2026-08-26T17:23:04Z-
dc.date.issued2026-03-27-
dc.identifier.citationSILVA, Lorrayne Moreira da. Uma praça e uma árvore: o patrimônio imaterial, memória coletiva da Praça 14 de julho e as narrativas fundantes da identidade de Canápolis/MG. 2026. 23 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) – Instituto de Ciências Humanas do Pontal, Universidade Federal de Uberlândia, Ituiutaba, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49864-
dc.description.abstractThis article analyzes the process of formation and transformation of the urban landscape of Canápolis, Minas Gerais, with emphasis on Praça 14 de Julho (July 14th Square) and the symbolic Baru tree, based on the concepts of landscape, roughness, collective memory, and intangible heritage. It assumes that urban space is not only materiality, but also a support for narratives, social practices, and identity references. The study seeks to understand how the square and the Baru tree have become central elements of local memory and how urban transformations over time have impacted these symbolic references. Methodologically, the research has a qualitative approach, of a descriptive and interpretative nature, based on bibliographic and documentary research and oral accounts from residents and cultural agents. The results indicate that Praça 14 de Julho constitutes a place of memory, in which sociability, belonging, and collective identity are articulated. The Baru tree, in turn, stood out as a symbolic landmark of the city, bringing together narratives linked to community life, informal justice, and the construction of the local imaginary. It is concluded that urban transformations, although aimed at modernization and the requalification of public space, can also weaken material and symbolic references essential to the preservation of collective memory. Keywords: Intangible heritage; Collective memory; Urban landscape; Canápolis; local identity.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPatrimônio imaterialpt_BR
dc.subjectIntangible heritagept_BR
dc.subjectMemória coletivapt_BR
dc.subjectPaisagem urbanapt_BR
dc.subjectCanápolispt_BR
dc.subjectIdentidade localpt_BR
dc.subjectCollective memorypt_BR
dc.subjectUrban landscapept_BR
dc.subjectLocal identity.pt_BR
dc.titleUma praça e uma árvore: o patrimônio imaterial, memória coletiva da Praça 14 de julho e as narrativas fundantes da identidade de Canápolis/MGpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Jeane Medeiros-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9004330628014974pt_BR
dc.contributor.referee1La Fuente, Adriano Rodrigues de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8227979773921564pt_BR
dc.contributor.referee2Fernandes, Jessiane Dantas-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1695710066330568pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoResumo Este artigo analisa o processo de formação e transformação da paisagem urbana de Canápolis, Minas Gerais, com ênfase na Praça 14 de Julho e na simbólica árvore Baru, tomando como base os conceitos de paisagem, rugosidade, memória coletiva e patrimônio imaterial. Parte-se do pressuposto de que o espaço urbano não é apenas materialidade, mas também suporte de narrativas, práticas sociais e referências identitárias. O estudo busca compreender de que modo à praça e a árvore Baru se consolidaram como elementos centrais da memória local e como as transformações urbanas ocorridas ao longo do tempo impactaram essas referências simbólicas. Metodologicamente, a pesquisa possui abordagem qualitativa, de carácter descritivo e interpretativo, fundamentada em pesquisa bibliográficas, documental e em relatos orais de moradores e agentes culturais. Os resultados indicam que a Praça 14 de julho constitui um lugar de memória, no qual se articulam sociabilidade, pertencimento e identidade coletiva. A árvore Baru, por sua vez, destacou-se como marco simbólico da cidade, reunindo narrativas ligadas à convivência comunitária, à justiça informal e a construção do imaginário local. Conclui-se que transformações urbanas, embora voltadas à modernização e à requalificação do espaço público, também podem enfraquecer referências materiais e simbólicas essenciais à preservação da memória coletiva. Palavra-chave: patrimônio imaterial; memória coletiva; paisagem urbana; Canápolis; identidade local.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseGeografiapt_BR
dc.sizeorduration23pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.orcid.putcode224990193-
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