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dc.creatorMarques, João Vitor de Almeida-
dc.date.accessioned2026-08-19T18:03:10Z-
dc.date.available2026-08-19T18:03:10Z-
dc.date.issued2025-09-22-
dc.identifier.citationMARQUES, João Vitor Almeida. Platão e o problema do mal. 2025. 42 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49675-
dc.description.abstractLe présent travail enquête sur la présence et la nature du mal dans la philosophie platonicienne, en examinant s’il existe une théorie cohérente sur le sujet dans les Dialogues. On part de l’hypothèse que Platon admet différentes dimensions du mal : un mal négatif, structurel, inhérent à la condition du sensible en tant que réalité imparfaite ; et un mal positif, issu de l’ignorance de l’âme à l’égard du Bien. L’analyse envisage la centralité de l’Idée du Bien comme principe causal, sa relation avec la science et l’opinion, l’analogie du soleil, la distinction entre les amateurs de spectacle et ceux du savoir, la fonction de la dialectique et le mythe de la caverne. Le mal négatif est ensuite considéré comme imperfection ontologique découlant de l’inégalité entre l’intelligible et le sensible, à la lumière de la cosmologie du Timée, de la notion de khóra, de la limitation du Démiurge et de la coopération entre raison et nécessité. Le mal positif est également discuté, compris de façon relative comme effets inévitables de la limitation rationnelle, et de façon absolue comme actions humaines orientées par l’ignorance du Bien, notamment dans les dialogues Lois et Timée. Il est conclu que, bien que Platon ne formule pas une théorie systématique du mal, sa philosophie offre des éléments permettant de le comprendre à la fois comme phénomène nécessaire à l’imperfection du sensible et comme résultat du désordre de l’âme.pt_BR
dc.description.sponsorshipPesquisa sem auxílio de agências de fomentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPlatãopt_BR
dc.subjectPlatonpt_BR
dc.subjectproblema do malpt_BR
dc.subjectIdeia de Bempt_BR
dc.subjectmal negativopt_BR
dc.subjectmal positivopt_BR
dc.subjectproblème du malpt_BR
dc.subjectIdée du Bienpt_BR
dc.subjectmal négatifpt_BR
dc.subjectmal positifpt_BR
dc.titlePlatão e o problema do malpt_BR
dc.title.alternativePlaton et le problème du malpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Nunes Sobrinho, Rubens Garcia-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3560089338412974pt_BR
dc.contributor.referee1Nunes Sobrinho, Rubens Garcia-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3560089338412974pt_BR
dc.contributor.referee2Martins Mendonça, Fernando-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2376997544214656pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8774077059767691pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho investiga a presença e a natureza do mal na filosofia platônica, examinando se há uma teoria consistente sobre o tema nos Diálogos. Parte-se da hipótese de que Platão admite diferentes dimensões do mal: um mal negativo, estrutural, inerente à condição do sensível como realidade imperfeita; e um mal positivo, originado na ignorância da alma em relação ao Bem. A análise contempla a centralidade da Ideia de Bem como princípio causal, sua relação com a ciência e a opinião, a analogia do sol, a distinção entre amantes do espetáculo e do conhecimento, a função da dialética e o mito da caverna. Considera-se ainda o mal negativo como imperfeição ontológica decorrente da desigualdade entre o inteligível e o sensível, à luz da cosmologia do Timeu, da noção de khóra, da limitação do Demiurgo e da cooperação entre razão e necessidade. Discute-se também o mal positivo, entendido de forma relativa, como efeitos inevitáveis da limitação racional, e absoluta, como ações humanas orientadas pela ignorância do Bem, sobretudo nos diálogos Leis e Timeu. Conclui-se que, embora Platão não formule uma teoria sistemática do mal, sua filosofia oferece elementos para compreendê-lo como fenômeno necessário à imperfeição do sensível e como resultado da desordem da alma.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseFilosofiapt_BR
dc.sizeorduration42pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::METAFISICApt_BR
dc.orcid.putcode224353169-
Appears in Collections:TCC - Filosofia

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