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dc.creatorSales, Beatris de Souza-
dc.date.accessioned2026-08-14T16:19:06Z-
dc.date.available2026-08-14T16:19:06Z-
dc.date.issued2026-07-24-
dc.identifier.citationSALES, Beatris de Souza. Avaliação carcinogênica da fluoxetina em células epiteliais de D. melanogaster. 2026. 23 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Uberlândia, Ituiutaba, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49554-
dc.description.abstractDepression is a growing public health issue, and fluoxetine is the most widely prescribed antidepressant. Despite its extensive use, data regarding its high-dose genotoxicity remains scarce and divergent. This study evaluated the toxicity and carcinogenic potential of different fluoxetine concentrations in epithelial cells of Drosophila melanogaster. The methodology utilized a survival assay with third-instar larvae under chronic treatment with fluoxetine (0.125 to 2 mg/mL). Carcinogenicity was assessed through the Epithelial Tumor Detection Test, using trans-heterozygous progeny for the warts tumor suppressor gene (mwh+/+wts). Data were statistically evaluated using the Chi-square test. Toxicity results demonstrated that survival is inversely proportional to concentration, as only the 2 mg/mL dose significantly reduced survival (40%) compared to the negative control (85%). In the tumor assay, concentrations up to 1 mg/mL showed no significant differences from the control, indicating a lack of carcinogenicity at low doses. However, the 2 mg/mL concentration caused a statistically significant increase in tumor induction, yielding 80 tumors across 41 flies. In conclusion, fluoxetine exhibits a strictly dose-dependent toxicogenic profile. The carcinogenic effect at 2 mg/mL does not result from direct DNA interaction, but rather from severe oxidative stress triggered by mitochondrial dysfunction and intracellular calcium dysregulation, which overwhelm cellular repair systems and induce apoptosis.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectISRSpt_BR
dc.subjectInstabilidade genômicapt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectGenomic instabilitypt_BR
dc.subjectDepressionpt_BR
dc.titleAvaliação carcinogênica da fluoxetina em células epiteliais de D. melanogasterpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Rezende, Alexandre Alves Azenha de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9751160400590652pt_BR
dc.contributor.referee1Calábria, Luciana Karen-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5894293638314281pt_BR
dc.contributor.referee2Prado, Giovana de Paulo-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5930899186902591pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7042384846760317pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoA depressão é um problema crescente de saúde pública, sendo a fluoxetina o antidepressivo mais utilizado. Apesar de seu amplo uso, os dados sobre sua genotoxicidade em altas concentrações são escassos e divergentes. Este estudo determinou a toxicidade e o potencial carcinogênico de diferentes concentrações de fluoxetina em células epiteliais de Drosophila melanogaster. A metodologia envolveu ensaio de sobrevivência com larvas de terceiro estágio submetidas ao tratamento crônico com fluoxetina (0,125 a 2 mg/mL). Para avaliar a carcinogenicidade, aplicou-se o Ensaio de Detecção de Tumores Epiteliais, utilizando a progênie trans-heterozigota para o gene supressor tumoral warts (mwh+/+wts). Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste do Chi-quadrado. Os resultados de toxicidade mostraram que a sobrevivência é inversamente proporcional à concentração, sendo que apenas a dose de 2 mg/mL reduziu significativamente a sobrevivência (40%) frente ao controle negativo (85%). No ensaio de tumores, as concentrações até 1 mg/mL não diferiram do controle, indicando ausência de carcinogenicidade em doses baixas. Contudo, a concentração de 2 mg/mL provocou aumento significativo na indução de tumores (80 tumores em 41 moscas). Conclui-se que a fluoxetina possui perfil toxicogênico dependente da dose. O efeito carcinogênico em 2 mg/mL não ocorre por ação direta no DNA, mas sim por estresse oxidativo severo decorrente de disfunção mitocondrial e desregulação do cálcio intracelular, que sobrecarregam os sistemas de reparo e induzem apoptose.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseCiências Biológicaspt_BR
dc.sizeorduration23pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
Appears in Collections:TCC - Ciências Biológicas (Ituiutaba / Pontal)

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