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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.creatorCosta, Isabela Cristina Araújo-
dc.date.accessioned2026-08-07T17:55:35Z-
dc.date.available2026-08-07T17:55:35Z-
dc.date.issued2026-03-12-
dc.identifier.citationCOSTA, Isabela Cristina Araújo. O princípio da autodeterminação dos povos na política externa brasileira: a postura do Estado brasileiro frente aos casos do Saara Ocidental e da Palestina à luz do realismo. 2026. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49378-
dc.description.abstractBrazilian foreign policy under the governments of Luiz Inácio Lula da Silva (2003–2010) and Dilma Rousseff (2011–2016) consistently reaffirmed its commitment to multilateralism, international law, and particularly to the principle of self-determination of peoples, as enshrined in the 1988 Constitution. However, a comparative analysis of the cases of Palestine and Western Sahara reveals a differentiated application of this principle. While Brazil formally recognized the State of Palestine in 2010, based on the 1967 borders, it adopted a more cautious stance toward Western Sahara, supporting a solution within the framework of the United Nations and refraining from recognizing the Sahrawi Arab Democratic Republic. This distinction highlights the tension between normative rhetoric and the strategic constraints shaping foreign policy decisions. Drawing on Hans Morgenthau’s classical realism, particularly the concept of interest defined in terms of power, the study argues that the mobilization of self-determination was not uniform but mediated by diplomatic, economic, and geopolitical considerations. The contrast between the two cases demonstrates that, although the principle occupies a central place in official discourse, its practical implementation was conditioned by Brazil’s strategic priorities and its broader objectives of international insertion.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/us/*
dc.subjectAutodeterminação dos povospt_BR
dc.subjectPolítica externa brasileirapt_BR
dc.subjectRealismopt_BR
dc.subjectPalestinapt_BR
dc.subjectSaara Ocidentalpt_BR
dc.subjectSelf-determination of peoplespt_BR
dc.subjectBrazilian foreign policypt_BR
dc.subjectRealismpt_BR
dc.subjectPalestinept_BR
dc.subjectWestern Saharapt_BR
dc.titleO princípio da autodeterminação dos povos na política externa brasileira: a postura do Estado brasileiro frente aos casos do Saara Ocidental e da Palestina à luz do realismo.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Borges, Rosa Maria Zaia-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8865507024489613pt_BR
dc.contributor.referee1Finazzi, João Fernando-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6265887466648208pt_BR
dc.contributor.referee2Tchinhama, Laurindo Paulo Ribeiro-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4183451070676358pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5472865063971357pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoA política externa brasileira nos governos Lula (2003–2010) e Dilma Rousseff (2011–2016) reafirmou, em seus discursos e atos oficiais, o compromisso com o multilateralismo, o direito internacional e, especialmente, com o princípio da autodeterminação dos povos, consagrado na Constituição de 1988. No entanto, a comparação entre os casos da Palestina e do Saara Ocidental evidencia uma aplicação diferenciada desse princípio. Enquanto o Brasil reconheceu formalmente o Estado da Palestina em 2010, com base nas fronteiras de 1967, manteve postura de cautela em relação ao Saara Ocidental, defendendo a solução do conflito no âmbito das Nações Unidas e abstendo-se de reconhecer a República Árabe Saarauí Democrática. Essa distinção revela a tensão entre a retórica normativa e os condicionantes estratégicos da política externa. À luz do realismo político de Hans Morgenthau, especialmente da noção de interesse definido em termos de poder, observa-se que a mobilização da autodeterminação não ocorreu de maneira uniforme, mas foi mediada por cálculos diplomáticos, econômicos e geopolíticos. O contraste entre os dois casos demonstra que, embora o princípio ocupe posição central no discurso oficial, sua operacionalização esteve vinculada às prioridades de inserção internacional do Brasil e à preservação de relações consideradas estratégicas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseRelações Internacionaispt_BR
dc.sizeorduration34pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROS::RELACOES INTERNACIONAISpt_BR
dc.orcid.putcode223086124-
Aparece en las colecciones:TCC - Relações Internacionais

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