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dc.creatorVasconcelos, Mariana Morais de-
dc.date.accessioned2026-08-07T17:25:46Z-
dc.date.available2026-08-07T17:25:46Z-
dc.date.issued2026-03-12-
dc.identifier.citationVASCONCELOS, Mariana Morais de. As assimetrias Norte-Sul e o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas na aplicação dos ODS ambientais da Agenda 2030: um olhar sobre o caso brasileiro (2015-2025). 2026. 41 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Relações Internacionais) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49373-
dc.description.abstractThis article analyzes the tensions between the universality of the environmental Sustainable Development Goals (SDGs) of the 2030 Agenda and the Principle of Common but Differentiated Responsibilities (CBDR), focusing on the Brazilian case between 2015 and 2025. It starts from the hypothesis that, although CBDR formally acknowledges historical and structural asymmetries between developed and developing countries, the universal application of the SDGs tends to downplay these differences, thereby limiting their practical effectiveness. The research adopts a qualitative, exploratory, and analytical methodology based on the examination of official documents, national reports, and data on Brazilian environmental policies, articulated with a critical theoretical framework grounded in decolonial theory and Third World Approaches to International Law (TWAIL). The study specifically examines SDGs 12, 13, 15, and 17, highlighting how their implementation takes place within a context marked by North–South structural inequalities, technological dependency, and domestic institutional constraints. It concludes that reconciling universal goals with national realities remains contested, revealing the limits of differentiation when operationalized within a historically hierarchical international order.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAgenda 2030pt_BR
dc.subjectODS ambientaispt_BR
dc.subjectResponsabilidades comuns, porém diferenciadaspt_BR
dc.subjectAssimetria Norte–Sulpt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subject2030 Agendapt_BR
dc.subjectEnvironmental SDGspt_BR
dc.subjectCommon but differentiated responsibilitiespt_BR
dc.subjectNorth–South asymmetrypt_BR
dc.subjectBrazilpt_BR
dc.titleAs assimetrias Norte-Sul e o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas na aplicação dos ODS ambientais da Agenda 2030: um olhar sobre o caso brasileiro (2015-2025)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Borges, Rosa Maria Zaia-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8865507024489613pt_BR
dc.contributor.referee1Azevedo, Laís Benevenuto de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3047865683172220pt_BR
dc.contributor.referee2Loureiro, Cláudia Regina de Oliveira Magalhães da Silva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8808192737927290pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO presente artigo analisa as tensões entre a universalidade dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) ambientais da Agenda 2030 e o Princípio das Responsabilidades Comuns, porém Diferenciadas (PRCD), a partir do caso brasileiro no período de 2015 a 2025. Parte-se da hipótese de que, embora o PRCD reconheça formalmente as assimetrias históricas e estruturais entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, a aplicação universal dos ODS tende a relativizar tais diferenças, limitando sua efetividade prática. A pesquisa adota metodologia qualitativa, de caráter exploratório e analítico, com base na análise de documentos oficiais, relatórios nacionais e dados sobre políticas ambientais brasileiras, articulados a um referencial teórico crítico fundamentado na teoria decolonial e na Third World Approaches to International Law (TWAIL). O estudo examina especificamente os ODS 12, 13, 15 e 17, evidenciando como sua implementação ocorre em um contexto marcado por desigualdades estruturais Norte–Sul, dependência tecnológica e restrições institucionais internas. Conclui-se que a compatibilização entre metas universais e realidades nacionais permanece tensionada, revelando os limites da diferenciação quando operacionalizada em uma ordem internacional historicamente hierarquizada.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseRelações Internacionaispt_BR
dc.sizeorduration41pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::POLITICA INTERNACIONAL::RELACOES INTERNACIONAIS, BILATERAIS E MULTILATERAISpt_BR
Appears in Collections:TCC - Relações Internacionais

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