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dc.creatorBatista, Barbara Rodrigues-
dc.date.accessioned2026-07-23T17:31:53Z-
dc.date.available2026-07-23T17:31:53Z-
dc.date.issued2026-03-17-
dc.identifier.citationBATISTA, Bárbara Rodrigues. A experiência de viver em hemodiálise: uma autoetnografia. 2026. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/49012-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.subjectDoença renal crônicapt_BR
dc.subjectHemodiálisept_BR
dc.subjectAutoetnografiapt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.titleA experiência de viver em hemodiálise: uma autoetnografiapt_BR
dc.title.alternativeThe experience of living with hemodialysis: an autoethnographypt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Pegoraro, Renata Fabiana-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4823645280355146pt_BR
dc.contributor.referee1Costa, Lara Irene Leite da-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1711397470183248pt_BR
dc.contributor.referee2Prestes, Taynara Monteiro-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1016551088493294pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoEste Trabalho de Conclusão de Curso em Psicologia parte da minha experiência de viver com doença renal crônica em tratamento por hemodiálise, a partir de uma perspectiva autoetnográfica. O objetivo é compreender os impactos desse tratamento na vida de pessoa jovem com Síndrome de Alport. Para isso, utilizei um diário de campo produzido ao longo de sete meses, analisado por meio de análise temática. Emergiram quatro categorias: existência capturada pela hemodiálise, perdas e lutos, rede de apoio e traçar o futuro, desdobradas em subtemas que evidenciam a reorganização da rotina, as perdas de autonomia e corporais, a importância dos vínculos e os movimentos de ressignificação. Os resultados mostram como a hemodiálise atravessa o tempo, o corpo e a forma como me percebo, produzindo tensões entre limitações e projetos de vida. A pesquisa evidencia que a autoetnografia amplia a compreensão do adoecimento crônico, evidenciando suas dimensões subjetivas, relacionais e existenciais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.coursePsicologiapt_BR
dc.sizeorduration55pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.description.embargo2028-03-17-
Appears in Collections:TCC - Psicologia

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