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dc.creatorLucindo, Isabella Alves-
dc.date.accessioned2026-07-21T14:18:16Z-
dc.date.available2026-07-21T14:18:16Z-
dc.date.issued2025-12-19-
dc.identifier.citationLUCINDO, Isabella Alves. Efeito do período de exposição ao estrógeno prévia à progesterona sobre a histomorfometria do endométrio de éguas cíclicas e acíclicas. 2025. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48944-
dc.description.abstractThe use of acyclic mares as recipients represents an alternative to increase the availability of females in embryo transfer (ET) programs. Estrogen- and progesterone-based protocols are used for endometrial preparation, and the duration of estrogen exposure may influence uterine receptivity. This study evaluated the effects of different periods of exposure to estradiol cypionate (ECP) prior to long-acting progesterone (LA P4) on the endometrial histomorphometry of mares. Sixteen anestrous mares were subjected to treatments with ECP for seven days (Long Estrus - LE, n=5), for two days (Short Estrus - SE n=5), or received only LA P4 (No Estrus - NE, n=6), and were subsequently evaluated during the cyclic phase and classified according to estrus duration (Cyclic Short Estrus - CSE n=6, Cyclic Long Estrus - CLE n=6). Uterine biopsies were collected four days after progesterone administration in acyclic mares, or after ovulation in cyclic mares, processed using the classic paraffinembedding method and stained with Hematoxylin and Eosin (HE), and subsequently analyzed for luminal epithelial height (LEH), glandular epithelial height (GEH), endometrial thickness (ET), and glandular density (GD). For statistical analysis, the data were organized in different ways. Initially, comparisons were performed among all groups together LE (n = 5), SE (n = 5), CLE (n = 5), CSE (n = 5), and NE (n = 6). Subsequently, they were grouped according to the presence or duration of estrus, regardless of cyclicity LE (Cyclic + Acyclic - C+AC, n = 10), SE (Cyclic + Acyclic - C+AC (n = 10), and NE (n = 6), and then reorganized and compared among cyclic mares (CLE + CSE, n = 10), acyclic mares (LE + SE + NE, n=16), and acyclic mares treated with estradiol (LE + SE, n = 10), regardless of estrus duration. When the groups were organized according to the presence and duration of estrus, it was observed that, for LEH, the LE C+AC and SE C+AC groups showed higher values than the NE group. Regarding GEH, the LE C+AC group also showed higher values than the NE group. In the comparison among the five groups, LEH was greater in the CSE and CLE groups compared to the NE group. GEH showed higher values in the CLE and LE groups when compared to the CSE group. Regarding GD, the CSE group presented higher values compared to the NE and CLE groups. No significant differences were observed in endometrial thickness (ET) among the evaluated groups. Overall, greater exposure to estrogen promoted an increase in luminal and glandular epithelial height compared to mares without estrus, with no effect on endometrial thickness. These findings highlight the modulatory role of estrogen on the endometrial epithelium, contributing to the understanding of uterine preparation in recipient mares in embryo transfer programs.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectÉgua acíclicapt_BR
dc.subjectEndométriopt_BR
dc.subjectHormôniospt_BR
dc.subjectHistomorfometriapt_BR
dc.titleEfeito do período de exposição ao estrógeno prévia à progesterona sobre a histomorfometria do endométrio de éguas cíclicas e acíclicaspt_BR
dc.title.alternativeEffect of the period of estrogen exposure prior to progesterone on the endometrial histomorphometry of cyclic and acyclic marespt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Siqueira, Leonardo de Mendonça-
dc.contributor.advisor1Silva, Elisa Sant’Anna Monteiro-
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/9641376109177733pt_BR
dc.contributor.referee1Beletti, Marcelo Emílio-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1895300906751714pt_BR
dc.contributor.referee2Siqueira, Leonardo de Mendonça-
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/8022220276388154pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoO uso de éguas acíclicas como receptoras constitui alternativa para ampliar a disponibilidade de fêmeas em programas de transferência de embriões (TE). Protocolos à base de estrógeno e progesterona são empregados para o preparo do endométrio, e a duração da exposição estrogênica pode influenciar a receptividade uterina. Este estudo avaliou os efeitos de diferentes períodos de exposição ao cipionato de estradiol (ECP) antes da progesterona de longa ação (P4 LA) sobre a histomorfometria endometrial de éguas. Dezesseis éguas em anestro foram submetidas a tratamentos com ECP por sete dias (Estro Longo - EL, n=5), por dois dias (Estro Curto - EC n=5), ou receberam apenas P4 LA (Sem Estro - SE, n=6), e posteriormente foram avaliadas em fase cíclica e classificadas conforme a duração do estro (Estro Curto Cíclico - ECC n=6, Estro Longo Cíclico - ELC n=6). Biópsias uterinas foram coletadas quatro dias após a administração da progesterona nas éguas acíclicas, ou após a ovulação nas éguas cíclicas, processadas pelo método clássico de inclusão em parafina e coradas por Hematoxilina e Eosina (HE), posteriormente analisadas quanto à altura do epitélio luminal (AEL), altura do epitélio glandular (AEG), espessura endometrial (EE) e densidade glandular (DG). Para a análise estatística, os dados foram organizados de diferentes maneiras. Inicialmente, foram realizadas comparações entre todos os grupos juntos EL (n = 5), EC (n = 5), ELC (n = 5), ECC (n = 5) e SE (n = 6). Posteriormente, foram agrupados quanto presença ou duração de estro, independentemente da ciclicidade EL (Cíclica + Acíclica - C+AC, n = 10), EC (Cíclica + Acíclica - C+AC (n = 10) e SE (n = 6), em seguida foram reorganizados e comparados entre éguas cíclicas (ELC + ECC, n = 10), acíclicas (EL + EC + SE, n=16) e acíclicas tratadas com estradiol (EL + EC, n = 10), independentemente da duração do estro. Quando os grupos foram organizados de acordo com a presença e a duração do estro, observouse que, para a AEL, os grupos EL C+AC e EC C+AC apresentaram valores superiores ao grupo SE. Em relação à AEG, o grupo EL C+AC também apresentou valores superiores ao grupo SE. Na comparação entre os cinco grupos, verificou-se que a AEL foi maior nos grupos ECC e ELC em relação ao grupo SE. A AEG apresentou valores superiores nos grupos ELC e EL quando comparados ao grupo ECC. Quanto à DG, o grupo ECC apresentou valores mais elevados em comparação aos grupos SE e ELC. Não foram observadas diferenças significativas na espessura endometrial (EE) entre os grupos avaliados. De forma geral, a maior exposição ao estrógeno promoveu aumento da altura do epitélio luminal e glandular em comparação às éguas sem estro, sem efeito sobre a espessura endometrial. Esses achados evidenciam o papel modulador do estrógeno sobre o epitélio endometrial, contribuindo para a compreensão do preparo uterino em éguas receptoras em programas de transferência de embriõespt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseMedicina Veterináriapt_BR
dc.sizeorduration34pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIA::REPRODUCAO ANIMALpt_BR
Appears in Collections:TCC - Medicina Veterinária

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