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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.creatorSilva, Victor Rodholfo de Oliveira-
dc.date.accessioned2026-03-03T17:11:09Z-
dc.date.available2026-03-03T17:11:09Z-
dc.date.issued2025-12-18-
dc.identifier.citationSILVA, Victor Rodholfo de Oliveira. Características musculoesqueléticas do quadril em corredores de rua: relação com o alinhamento do pé e com a magnitude do movimento pélvico no plano frontal durante a corrida. 2026. 73 f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.129pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48462-
dc.description.abstractRunning is a physical activity with a growing number of participants. The clinical reasoning in physical therapy for these runners considers the relationship between musculoskeletal characteristics of the hip and distal joints, such as the ankle–foot complex. In addition, this reasoning considers the influence of hip characteristics on pelvic kinematics. This dissertation is organized into two studies. The first study aimed to investigate the relationship between forefoot–shank alignment and hip musculoskeletal characteristics. The second study aimed to examine the relationship between the magnitude of frontal-plane pelvic motion and peak hip abductor torque in recreational runners. Both studies employed a cross-sectional observational design. Inclusion criteria were age over 18 years, at least 12 months of running experience, and at least one training session per week. Exclusion criteria were a history of lower-limb surgeries, musculoskeletal injuries in the month prior to data collection, musculoskeletal complaints on the day of testing, and any restrictions preventing data collection. Inclusion and exclusion criteria were identical for both studies. In the first study, clinical measurements of forefoot–shank alignment and passive hip stiffness were recorded; maximal isometric torque of the hip abductors and lateral rotators was assessed using a handheld dynamometer; and hip extensor performance was evaluated using the single-leg hamstring bridge (SLHB) test. In the second study, the same measure of maximal isometric hip abductor torque was used. Additionally, a two-dimensional kinematic analysis of pelvic drop during running at self-selected speed and at 3.3 m/s was conducted. Runners were characterized based on anthropometric data, physical activity level assessed by the International Physical Activity Questionnaire, and running training characteristics. Results from the first study indicated that forefoot–shank alignment correlated with hip abductor (r = -0.293, p = 0.039) and lateral rotator performance (r = -0.318, p = 0.024), but was not correlated with passive hip stiffness (p = 0.569) or SLHB performance (p = 0.368). The second study showed no correlation between maximal isometric hip abductor torque and pelvic drop on either the dominant or nondominant side at both running speeds investigated (p > 0.05). In conclusion, greater forefoot–shank varus is associated with poorer performance of maximal isometric hip abductor and lateral rotator torque, reinforcing the relationship between proximal and distal characteristics of the lower limb. Finally, maximal isometric hip abductor torque is not related to peak frontal-plane pelvic drop. Other factors may contribute to this movement, and poorer abductor performance may be related to motion of other body segments.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Geraispt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectCinemáticapt_BR
dc.subjectCorridapt_BR
dc.subjectAlinhamento antepé-pernapt_BR
dc.subjectMedidas clínicaspt_BR
dc.subjectCaracterísticas musculoesqueléticaspt_BR
dc.subjectkinematicspt_BR
dc.subjectrunningpt_BR
dc.subjectforefoot–shank alignmentpt_BR
dc.subjectclinical measurespt_BR
dc.subjecthip musculoskeletal characteristicspt_BR
dc.titleCaracterísticas musculoesqueléticas do quadril em corredores de rua: relação com o alinhamento do pé e com a magnitude do movimento pélvico no plano frontal durante a corridapt_BR
dc.title.alternativeMusculoskeletal characteristics of the hip in runners: relationship with foot alignment and magnitude of pelvic movement in the frontal plane during runningpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Dionisio, Valdeci Carlos-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1989772308502986pt_BR
dc.contributor.advisor-co2Araújo, Vanessa Lara de-
dc.contributor.advisor-co2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7842767705304938pt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, Thiago Ribeiro Teles dos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8122306011016243pt_BR
dc.contributor.referee1Castor, Camila Gomes Miranda e-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2377022191770985pt_BR
dc.contributor.referee2Rossi, Denise Martinelli-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2984497407837617pt_BR
dc.contributor.referee3Santos, Thiago Ribeiro Teles dos-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8122306011016243pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7472969830336173pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoA corrida de rua é uma atividade física que possui um número crescente de participantes. O raciocínio clínico na abordagem fisioterapêutica desses corredores considera a relação de características musculoesqueléticas de quadril e de articulações distais, como o complexo tornozelo-pé. Além disso, esse raciocínio considera a influência das características do quadril na cinemática da pelve. Esta dissertação está organizada em dois estudos. O primeiro estudo possui o objetivo de verificar a relação entre o alinhamento antepé-perna e características musculoesqueléticas de quadril. O segundo estudo possui o objetivo de verificar a relação entre a magnitude do movimento pélvico no plano frontal e o pico de torque de abdutores de quadril em corredores de rua. Ambos os estudos tiveram delineamento observacional transversal. Os critérios de inclusão foram idade superior a 18 anos, prática de corrida há pelo menos 12 meses, treinamento semanal de pelo menos uma vez por semana e ausência de cirurgia em membros inferiores. Os critérios de exclusão foram histórico de cirurgias em membros inferiores, lesões musculoesqueléticas no mês anterior à coleta, queixas musculoesqueléticas no dia da coleta e quaisquer restrições que impeçam a coleta de dados. Os critérios de inclusão e exclusão foram os mesmos em ambos os estudos. No primeiro estudo foram utilizadas medidas clínicas de alinhamento do antepé-perna e rigidez passiva de quadril; torque isométrico máximo de abdutores e rotadores laterais de quadril por meio de dinamômetro manual; desempenho de extensores de quadril por meio do single leg hamstring bridge (SLHB). No segundo estudo foi utilizada a mesma medida de torque isométrico máximo de abdutores. Além disso, foi realizada análise bidimensional da cinemática da queda pélvica durante a corrida em velocidade auto-selecionada e à 3,3 m/s. Os corredores foram caracterizados quanto a variáveis antropométricas, ao nível de atividade física por meio do International Physical Activity Questionnaire e a características da prática de corrida. Os resultados obtidos no primeiro estudo foram que o alinhamento antepé-perna se correlacionou com o desempenho de abdutores (r = -0,293, p = 0,039) e rotadores laterais (r = -0,318, p = 0,024) do quadril, mas não houve correlação com a rigidez passiva de quadril (p = 0,569) e com o SLHB (p = 0,368). O segundo estudo demonstrou que não houve correlação entre o pico de torque isométrico máximo de abdutores do quadril e a queda pélvica tanto para o lado dominante quanto para o não dominante em ambas as velocidades de corrida investigadas (p > 0,05). No estudo 1 concluiu-se que maiores valores de varismo de antepé-perna estão associados a pior desempenho do torque isométrico máximo de abdutores e rotadores laterais do quadril, reforçando a relação entre características proximais e distais no membro inferior. No estudo 2, concluiu-se que o torque isométrico máximo dos abdutores do quadril não está relacionado ao pico de queda pélvica no plano frontal. Outros fatores podem contribuir para esse movimento, e o pior desempenho dos abdutores do quadril pode estar relacionado ao movimento de outros segmentos corporais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapt_BR
dc.sizeorduration73pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.129pt_BR
dc.orcid.putcode207331335-
dc.subject.autorizadoFisioterapiapt_BR
dc.subject.autorizadoQuadrilpt_BR
dc.subject.autorizadoMúsculos esqueléticospt_BR
dc.subject.autorizadoCorridaspt_BR
dc.subject.odsODS::ODS 3. Saúde e bem-estar - Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.pt_BR
Aparece en las colecciones:DISSERTAÇÃO - Fisioterapia

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