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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.creatorDutra, Pablo Henrique Batista-
dc.date.accessioned2026-03-03T12:11:47Z-
dc.date.available2026-03-03T12:11:47Z-
dc.date.issued2025-12-12-
dc.identifier.citationDUTRA, Pablo Henrique Batista. Aspectos relacionados a percepção de dor e funcionalidade de indivíduos com dor femoropatelar. 2025. 58 f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2025. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.59.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48448-
dc.description.abstractIntroduction: Patellofemoral pain (PFP) is highly prevalent among young adult females and is characterized by chronic, intermittent anterior knee pain that negatively affects functional activities. Although biomechanical factors have been extensively investigated, the contribution of psychosocial factors to functional performance remains insufficiently understood. Objectives: To identify differences in pain intensity, perceived function, and psychosocial factors between females with and without PFP, and to determine which psychosocial variables are most strongly associated with performance on functional tests. Methods: A cross-sectional study was conducted with 100 female participants (18–30 years), allocated into a PFP group (n = 50) and a control group (n = 50). The following variables were assessed: pain intensity (Visual Analog Scale), pain catastrophizing (Pain Catastrophizing Scale), positive and negative affect (PANAS), perceived function (Activities of Daily Living Scale), self-efficacy for pain and for exercise, and functional performance (Y-Balance Test, Triple Hop Test, and Vertical Jump Test). Independent samples t-tests were used for between-group comparisons. Multiple linear regression analyses were performed to examine the association between biomechanical and psychosocial factors and performance on functional tests. Results: The PFP group demonstrated greater pain intensity (4.62 ± 1.58 vs 0.00 ± 0.00 cm; p < 0.001), higher catastrophizing (26.32 ± 8.26 vs 1.22 ± 2.46; p < 0.001), increased negative affect (23.02 ± 7.54 vs 15.78 ± 4.46; p < 0.001), lower self-efficacy for pain (44.98 ± 10.36 vs 59.74 ± 0.94; p < 0.001) and for exercise (6.20 ± 2.09 vs 8.82 ± 1.21; p < 0.001), and poorer functional performance (Y-Balance composite score: 68.75 ± 8.60 vs 82.71 ± 9.09%; Triple Hop: 213.36 ± 50.13 vs 289.47 ± 69.25 cm; Vertical Jump: 20.02 ± 4.68 vs 28.43 ± 6.57 cm; p < 0.001 for all comparisons). Pain intensity was the primary factor associated with functional test performance (R² = 0.38–0.42; p < 0.001). Exercise self-efficacy was associated only with Vertical Jump performance (β = 0.23; p = 0.03), whereas catastrophizing, negative affect, positive affect, pain self-efficacy, and perceived function were not significantly associated with functional test outcomes. Conclusion: Females with PFP exhibited reduced functional performance, greater catastrophizing, and lower self-efficacy compared to controls. Pain intensity was the main factor associated with functional test performance, demonstrating a greater influence than the other psychosocial variables assessed.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.subjectDor Femoropatelarpt_BR
dc.subjectAspectos Psicossociais,pt_BR
dc.subjectTestes Funcionaispt_BR
dc.subjectFisioterapia.pt_BR
dc.titleAspectos relacionados a percepção de dor e funcionalidade de indivíduos com dor femoropatelarpt_BR
dc.title.alternativeAspects related to pain perception and functionality in individuals with patellofemoral painpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Santos, Julia Maria Dos-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7436841377255866pt_BR
dc.contributor.advisor1Felicio, Lilian Ramiro-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5721303841655608pt_BR
dc.contributor.referee1Felicio, Lilian Ramiro-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5721303841655608pt_BR
dc.contributor.referee2Serrão, Fabio Viadanna-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8137335642635433pt_BR
dc.contributor.referee3Santos, Julia Maria Dos-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7436841377255866pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5769413797274720pt_BR
dc.description.degreenameDissertação (Mestrado)pt_BR
dc.description.resumoRESUMO Introdução: A dor femoropatelar (DFP) é altamente prevalente em indivíduos jovens do sexo feminino, sendo caracterizada por dor crônica e intermitente na região anterior do joelho, que impacta atividades funcionais. Embora aspectos biomecânicos sejam ampla mente estudados, o papel de aspectos psicossociais no desempenho funcional permanece pouco compreendido. Objetivos: Identificar diferenças na intensidade da dor, funcionalidade percebida e as pectos psicossociais entre indivíduos do sexo feminino com e sem DFP, e verificar quais desses aspectos psicossociais tem maior relação com o desempenho em testes funcionais. Métodos: Estudo transversal com 100 indivíduos do sexo feminino (18-30 anos) distri buídas em grupo DFP (n=50) e grupo controle (n=50). Avaliou-se: intensidade de dor (Escala Visual Analógica), catastrofização (Escala de Pensamentos Catastróficos), afetos positivos e negativos (PANAS), funcionalidade percebida (Escala de Atividades de Vida Diária), autoeficácia para dor e para exercício, e desempenho funcional (Y-Balance Test, Triple Hop Test, Vertical Jump Test). Utilizou-se teste t-student para comparação entre grupos, e regressão linear múltipla para verificar a relação entre aspectos biomecânicos e psicossociais e desempenho nos testes funcionais. Resultados O grupo DFP apresentou maior intensidade de dor (4,62±1,58 vs 0,00±0,00 cm; p<0,001), maior catastrofização (26,32±8,26 vs 1,22±2,46; p<0,001), afetos negati vos aumentados (23,02±7,54 vs 15,78±4,46; p<0,001), menor autoeficácia para dor (44,98±10,36 vs 59,74±0,94; p<0,001) e para exercício (6,20±2,09 vs 8,82±1,21; p<0,001), além de pior desempenho funcional (Y-Balance escore composto: 68,75±8,60 vs 82,71±9,09%; Triple Hop: 213,36±50,13 vs 289,47±69,25cm; Vertical Jump: 20,02±4,68 vs 28,43±6,57cm; p<0,001). A intensidade de dor foi o principal fator de as sociação com desempenho em testes funcionais (R²=0,38–0,42; p<0,001). A autoeficácia ao exercício associou-se apenas ao Vertical Jump (β=0,23; p=0,03), enquanto catastrofi zação, afetos negativos, afetos positivos, autoeficácia à dor e funcionalidade percebida não apresentaram relação significativa com o desempenho nos testes funcionais. Conclusão: Indivíduos do sexo feminino com DFP apresentam pior desempenho funci onal, maior catastrofização e menor autoeficácia em comparação ao grupo controle. A intensidade da dor foi o principal aspecto de associação com o desempenho em testes funcionais, demonstrando maior influência em relação aos outros aspectos psicossociais avaliados.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Fisioterapiapt_BR
dc.sizeorduration58pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.embargo.termsartigos publicados em revistas científicas cujo contrato firmado com os autores apresente cláusula que impeça a disponibilização daqueles em repositórios de livre acessopt_BR
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.14393/ufu.di.2026.59pt_BR
dc.orcid.putcode207331334-
dc.subject.autorizadoFisioterapiapt_BR
dc.subject.autorizadoExercícios físicos para mulherespt_BR
dc.subject.autorizadoExercícios físicos - Aspectos da saúdept_BR
dc.subject.autorizadoMembros posteriorespt_BR
dc.description.embargo2027-12-12pt_BR
dc.subject.odsODS::ODS 3. Saúde e bem-estar - Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.pt_BR
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