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dc.creatorLamanes, Bianca de Freitas-
dc.date.accessioned2026-02-11T14:30:59Z-
dc.date.available2026-02-11T14:30:59Z-
dc.date.issued2026-01-28-
dc.identifier.citationLAMANES, Bianca de Freitas. Íleo meconial como primeira manifestação de fibrose cística na infância - relato de caso. 2026. 23 f. Trabalho de Conclusão de Residência (Residência em Ciências da Saúde - Residência Médica em Pediatria) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48261-
dc.description.abstractIntroduction: Meconium ileus (MI) is an intestinal obstruction caused by thick meconium and represents a classic manifestation of cystic fibrosis (CF) in the neonatal period. CF is a genetic disease resulting from mutations in the CFTR gene, leading to thick secretions and multisystem involvement. The identification of MI requires investigation and exclusion of CF, enabling early diagnosis, appropriate management, and improved quality of life. Objectives: To report a case of MI as the first manifestation of CF, describing the initial clinical signs, the diagnostic process, and the clinical course over the first two years of life. Methods: This is a case report approved by the Human Research Ethics Committee of the Federal University of Uberlândia (UFU), with data obtained from electronic medical records following informed consent. A patient with MI as the initial manifestation of CF was included. Results: A female patient born by cesarean section, Apgar scores 8/9, birth weight 2.590 g, and gestational age of 36 weeks and 5 days, presented with delayed meconium passage, vomiting, and abdominal distension. She underwent laparotomy with ileostomy on the third day of life. Pancreatic enzyme replacement therapy was initiated. Newborn screening showed elevated immunoreactive trypsinogen (IRT), and CF was confirmed by genetic testing and reduced fecal elastase. The patient exhibited poor weight gain and neuropsychomotor developmental (NPDM) delay during the first year of life. An attempt at intestinal reconstruction (IR) at 6 months was unsuccessful. After dietary and enzyme dose adjustments, nutritional status improved, and definitive IR was successfully performed at 2 years of age following multidisciplinary discussion. The patient remains clinically stable. Discussion: The presence of MI mandates investigation for CF, beginning with newborn screening. When sweat chloride testing is not feasible, genetic testing represents an effective alternative diagnostic approach. Strict nutritional monitoring, with regular adjustments in dietary intake and enzyme dosages, is essential to ensure adequate growth and NPDM. The timing of IR requires a multidisciplinary approach, with nutritional status as a key prognostic factor. Conclusion: MI is a severe and frequent manifestation of CF and exclusion of this diagnosis is essential for appropriate patient management. The diagnosis and management of MI associated with CF remain a challenge in pediatric practice.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectíleo meconialpt_BR
dc.subjectmeconium ileuspt_BR
dc.subjectIleostomiapt_BR
dc.subjectGenéticapt_BR
dc.subjectFibrose císticapt_BR
dc.subjectileostomypt_BR
dc.subjectGeneticspt_BR
dc.subjectCystic fibrosispt_BR
dc.titleÍleo meconial como primeira manifestação de fibrose cística na infância - relato de casopt_BR
dc.title.alternativeMeconium ileus as the first manifestation of cystic fibrosis in childhood - a case reportpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Residênciapt_BR
dc.contributor.advisor1Rezende, Erica Rodrigues Mariano de Almeida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4482870742031147pt_BR
dc.contributor.referee1Marson, Luciane Borges Vivarelli-
dc.contributor.referee2Araújo, Maria Bernadete Jeha-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/8349614462930878pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O íleo meconial (IM) é uma obstrução intestinal causada por mecônio espesso e constitui manifestação clássica da fibrose cística (FC) no período neonatal. A FC é uma doença genética decorrente de mutações no gene CFTR, levando a secreções espessas e comprometimento multissistêmico. A identificação do IM requer a investigação e exclusão da FC, permitindo diagnóstico precoce, melhor manejo clínico e melhora da qualidade de vida. Objetivos: Relatar um caso de IM como primeira manifestação de FC, descrevendo os sinais clínicos iniciais, o processo diagnóstico e a evolução clínica nos dois primeiros anos de vida. Metodologia: Relato de caso aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com dados obtidos de prontuário eletrônico mediante Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Incluiu-se uma paciente com IM como manifestação inicial de FC. Resultados: Paciente feminina, nascida por cesariana, Apgar 8/9, peso ao nascer de 2.590 g e idade gestacional de 36 semanas e 5 dias, com atraso na eliminação de mecônio, vômitos e distensão abdominal. Submetida à laparotomia com ileostomia no terceiro dia de vida. Iniciada reposição enzimática. Triagem neonatal com IRT elevado, diagnóstico de FC confirmado por teste genético e elastase fecal reduzida. Evoluiu com dificuldade de ganho ponderal e atraso do desenvolvimento neuropsicomotor no primeiro ano. Reconstrução intestinal aos 6 meses sem sucesso. Após ajustes dietéticos e enzimáticos, houve melhora nutricional, sendo realizada reconstrução intestinal definitiva aos 2 anos, com boa evolução clínica. Discussão: A presença de IM impõe investigação obrigatória de FC, iniciando pela triagem neonatal. Na impossibilidade de realização do teste do suor, o teste genético mostrou-se alternativa diagnóstica eficaz. O acompanhamento nutricional rigoroso, com ajustes frequentes da dieta e da reposição enzimática, foi determinante para recuperação ponderal e adequado desenvolvimento. A definição do momento ideal para reconstrução intestinal exige abordagem multiprofissional, tendo o estado nutricional como fator prognóstico central. Conclusão: IM é manifestação grave e frequente da FC, sendo fundamental a exclusão diagnóstica dessa condição para condução adequada do paciente. O diagnóstico e o manejo do IM associado à FC ainda representam um desafio na prática pediátrica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseResidência Ciências da Saúdept_BR
dc.sizeorduration23pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::SAUDE MATERNO-INFANTILpt_BR
Appears in Collections:COREME - TCRM - Trabalho de Conclusão de Residência Médica

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