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dc.creatorMiranda, Nicole Sayuri Kinoshita de-
dc.date.accessioned2026-02-09T14:34:32Z-
dc.date.available2026-02-09T14:34:32Z-
dc.date.issued2026-02-06-
dc.identifier.citationMIRANDA, Nicole Sayuri Kinoshita de. Adoecimento feminino e violência de gênero: análise de casos no Hospital de Clínicas UFU. 2025. 23 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Uberlândia, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufu.br/handle/123456789/48226-
dc.description.abstractViolence against women constitutes a major social concern and an important public health problem, representing one of the main human rights violations and directly affecting the victims state of health. This study aimed to analyze how violence influences women's health-disease process, considering the impacts on physical and mental health, the barriers to accessing health services, and the influence of received support on recovery. The research employed a mixed methods approach, with a descriptive and exploratory design, analyzing 89 records of violence against women notifications in the period from January to September 2024. The data showed that most victims were young, white women, with sexual violence being the most recurrent type, followed by physical and psychological violence. Rape was the most frequent form of sexual violence, and bodily force was the main means of physical aggression. Among the procedures performed, prophylaxis for sexually transmitted infections (STIs) and the collection of laboratory tests were highlighted. In the qualitative stage, the analysis of the interviews evidenced the fragility of the support network, the emotional impact of the violence, and the difficulties in accessing health services. The reports indicated fear, shame, loneliness, and a lack of proper welcoming, reinforcing the importance of a humanized and interprofessional approach. It is concluded that violence directly impacts female illness, demanding integrated actions that articulate prevention, welcoming, and rehabilitation, ensuring these women's right to health and dignity.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/us/*
dc.subjectviolência contra a mulherpt_BR
dc.subjectsaúde da mulherpt_BR
dc.subjectprocesso saúde-doençapt_BR
dc.subjectsaúde públicapt_BR
dc.titleAdoecimento feminino e violência de gênero: análise de casos no hospital de clínicas ufupt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Giuliani, Carla Denari-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0924515986721388pt_BR
dc.contributor.referee1Scalia, Luana Araújo Macedo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8088836332961672pt_BR
dc.contributor.referee2Silva, Mônica Rodrigues da-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9539314479026967pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2837900925396298pt_BR
dc.description.degreenameTrabalho de Conclusão de Curso (Graduação)pt_BR
dc.description.resumoA violência contra as mulheres constitui uma grande preocupação social e um importante problema de saúde pública, representando uma das principais violações de direitos humanos e afetando diretamente o estado de saúde das vítimas. Este estudo teve como objetivo analisar como a violência influencia o processo saúde-doença das mulheres, considerando os impactos na saúde física e mental, as barreiras de acesso aos serviços de saúde e a influência do apoio recebido na recuperação. A pesquisa utilizou uma abordagem de métodos mistos, com um delineamento descritivo e exploratório, analisando 89 registros de notificação de violência contra a mulher no período de janeiro a setembro de 2024. Os dados mostraram que a maioria das vítimas eram mulheres jovens e brancas, sendo a violência sexual o tipo mais recorrente, seguida pela física e psicológica. O estupro foi a forma de violência sexual mais frequente, e a força corporal o principal meio de agressão física. Entre os procedimentos realizados, destacaram-se a profilaxia para infecções sexualmente transmissíveis e coleta de exames laboratoriais. Na etapa qualitativa, a análise das entrevistas evidenciou a fragilidade da rede de apoio, o impacto emocional da violência e as dificuldades de acesso aos serviços de saúde. Os relatos indicaram medo, vergonha, solidão e falta de acolhimento, reforçando a importância de uma abordagem humanizada e interprofissional. Conclui-se que a violência repercute diretamente no adoecimento feminino, exigindo ações integradas que articulem prevenção, acolhimento e reabilitação, garantindo o direito à saúde e à dignidade dessas mulheres.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.courseEnfermagempt_BR
dc.sizeorduration23pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpt_BR
Appears in Collections:TCC - Enfermagem

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